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Política

Além da queda, o coice: como a eleição em Mossoró implodiu a narrativa de Allyson Bezerra

Por em 5 de outubro de 2026 às 17:19:50

Se a célebre frase da ex-presidente Dilma Rousseff — "Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder" parecia um enigma, o pleito deste domingo (4) no Rio Grande do Norte encarregou-se de dar-lhe sentido prático, embora com um destinatário muito claro.

A eleição no primeiro turno deste domingo, 4, serviu para desmascarar discursos triunfalistas, a começar pelo projeto político do ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra.

Durante toda a campanha, o gestor repetiu à exaustão que havia sido reeleito prefeito de Mossoró com 78% dos votos. Factualmente, não mentia. O erro estratégico estava na tentativa de induzir o eleitorado a acreditar que essa porcentagem se repetiria de forma automática em seu novo projeto político para chegar ao Governo do Estado.

A resposta veio das urnas, impulsionada pelo eleitorado mossoroense, especialmente por aqueles que amargaram a oposição, sentiram o peso da perseguição e foram às urnas dar o troco. Ao fim da apuração, Allyson obteve 56,15% dos votos, em Mossoró, consolidando um cenário que na política se resume ao ditado: além da queda, o coice.

O tropeço no próprio quintal e o fiasco dos aliados

A derrocada da estratégia ficou evidente no próprio colégio eleitoral de Mossoró. Allyson fracassou na missão de eleger sua candidata ao Senado, Zenaide Maia, que despencou para a quarta colocação no município.

O efeito dominó da rejeição se estendeu aos candidatos a deputado federal. Mesmo contando com a estrutura de peso e o apoio do prefeito de Mossoró, Marcos Medeiros, o "Matonho", além de uma tropa de vereadores aliados, nomes como Benes Leocádio e João Maia viram seus planos derraparem na cidade.

A estrutura não foi suficiente para contornar a vontade popular. Ambos ficaram amargamente nas quinta e sexta colocações, superados por nomes como Cabo Deyvison, Natália Bonavides, Marleide Cunha e Dr. Bernardo.

Na disputa para a Assembleia Legislativa, a candidata de Allyson, era sua esposa, assim como a se grupo, que precisou colar sua imagem "Cinthia de Allyson" para tentar tracionar votos, contou com a estrutura faraônica e o engajamento do prefeito "Matonho".

Embora tenha ficado em primeiro lugar em Mossoró com 32.437 votos, o resultado ficou muito abaixo dos estardalhaçados 50 mil votos que a cúpula governista jurava que a "mulher do homem" alcançaria isoladamente no município. Mais uma vez: além da queda, o coice.

Cabo Deyvison

O fenômeno Cabo Deyvison e o recado das urnas

Um dos dados mais sintomáticos e constrangedores para a engenharia política de Allyson Bezerra na capital do Oeste diz respeito à comparação de votos. Enquanto o prefeito obteve 82.286 votos em Mossoró, o Cabo Deyvison, contando com estrutura enxuta e sem o apoio de um único vereador, arrancou expressivos 54.707 votos no município.

A desproporção escancara o tamanho do desgaste e o divórcio entre o andar de cima da política local e o sentimento real das ruas.

No fim das contas, para quem alardeava uma vitória acachapante ainda no primeiro turno, o resultado revelou que a fatura cobrada pelas urnas foi implacável.

No Rio Grande do Norte e em Mossoró, a lição que fica é a de que a soberania popular não se rende a gabinetes, a empáfia, e quem tenta impor narrativas acaba provando do próprio veneno: além da queda, o coice.

E o que tem a frase de Dilma com isso? Quase todos que estavam com Allyson perderam, seja a reeleição ou votos. Inclusive ele.



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Tibau

Grupo político da prefeita de Tibau sofre derrota acachapante e Robinson Faria perde mandato após votação pífia no município

Por em 5 de outubro de 2026 às 16:04:48

As urnas de Tibau deram um recado estrondoso e fulminante nas eleições deste domingo (4), impondo uma derrota histórica ao grupo político liderado pela prefeita, aliás, gestôra Lidiane Marques e pelo ex-prefeito Naldinho. 

A fatura cobrada pelo eleitorado local foi pesada, refletindo o descontentamento popular com os rumos da gestão municipal.

A começar pela disputa ao Senado, os candidatos apoiados pela máquina da prefeita e do ex-prefeito (Zenaide Maia e Tércio Tinôco), levaram uma verdadeira surra nas urnas tibauenses. 

Enquanto o grupo governista apostou suas fichas nesses nomes, a oposição atropelou a aliança oficial e consagrou a vitória de Styvenson Valentim, que liderou a disputa com 3.345 votos, seguido por Coronel Hélio (PL) na segunda colocação com 1.999 votos. 

Os apadrinhados da gestôra amargaram posições distantes: Zenaide Maia ficou apenas em 3º lugar, com 1.795 votos, e Tércio Tinôco despencou para a 6ª e última posição, registrando minguados 1.164 votos.

Mas o golpe emblemático da noite também recaiu sobre a disputa federal. O candidato Robinson Faria despencou em Tibau, registrando uma votação pífia de apenas 448 votos.

O ex-governador e candidato à reeleição ficou amargamente atrás de nomes como Cabo Deyvison, que arrancou 2.426 votos no município, e até mesmo de Dr. Bernardo, que obteve 519 votos. 

Na prática, o revés sofrido por Robinson, de Lidiane e de Naldinho, escancara que a gestôra e o ex contribuíram para Robinson perder o mandato na Câmara Federal.

O recado das urnas em Tibau entra para a história local como a prova cabal de que a força da máquina pública não se sustenta diante da vontade soberana de um povo que sabe cobrar nas urnas



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Política

Bibiano conquista votos em 165 municípios do RN e coroa eleição com 49.038 votos

Por em 5 de outubro de 2026 às 08:58:40

Consagrado nas urnas como deputado estadual com expressivos 49.038 votos, o ex-prefeito Bibiano (MDB) demonstrou uma impressionante capilaridade política em todo o território potiguar no pleito deste domingo, 4. 

O mapa de votação oficial revelou que o candidato obteve votos em 165 dos 167 municípios do estado, confirmando o acerto de uma campanha fincada no diálogo direto com a população, no respeito às raízes e na força do trabalho prestado ao longo de sua vida pública.

O desempenho de Bibiano teve como grandes pilares os seus principais redutos eleitorais e a forte penetração em polos estratégicos do interior. Em Mossoró, o candidato registrou uma votação histórica de 14.292 votos, consolidando-se como uma liderança de peso na segunda maior cidade do estado. 

Na sua querida Serra do Mel, cidade onde construiu sua história política e administrou por quatro mandatos, Bibiano reafirmou seu absoluto prestígio popular com 6.641 votos.

Terra natal de Bibiano, Caraúbas teve um papel de destaque na construção dessa vitória. A população caraubense respondeu com 1.891 votos de confiança e carinho ao filho da terra, que nunca esqueceu suas origens e levou o nome do município com orgulho para todo o estado.

A força da campanha também se fez notar com muita intensidade em toda a região da Costa Branca e Vale do Açu. Em Areia Branca, Bibiano obteve uma marca expressiva de 3.857 votos. Outros destaques expressivos da região litoral e salineira foram Porto do Mangue, com 1.369 votos, Carnaubais, com 1.108 votos, além de Grossos (509 votos), Upanema (482 votos), Apodi (487 votos) e Macau (479 votos).

Na capital do estado, Natal, o respaldo à candidatura se refletiu em 3.147 votos, demonstrando que a mensagem de renovação e seriedade de Bibiano também ecoou com força na Região Metropolitana, onde somou apoios fundamentais como os de Parnamirim (807 votos) e São Gonçalo do Amarante (571 votos).

A capilaridade alcançada em 165 cidades corrobora o sentimento de que o novo deputado estadual será, de fato, a voz firme e presente de cada canto do solo potiguar no Parlamento estadual.



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Política

A LIÇÃO DAS URNAS COM O ELEITOR DESMONTANDO NARRATIVAS, CALANDO INSTITUTOS E DANDO RECADO HISTÓRICO NO RN

Por em 5 de outubro de 2026 às 07:52:03
Justiça Eleitoral lança “Manual do Eleitor” · Republicanos 10

O resultado das urnas no Rio Grande do Norte neste domingo (4) escancarou um abismo profundo entre a leitura dos gabinetes e a realidade das ruas. Mais do que eleger representantes, o eleitor potiguar deu uma verdadeira aula de autonomia política, desmoralizando narrativas encomendadas, desafiando a força de estruturas tradicionais e deixando o que se convencionou chamar de "analistas de plantão" sem resposta.

Ao longo da campanha, e de forma mais intensa na reta final, institutos de pesquisa tentaram impor cenários distorcidos. Levantamentos apontando índices expressivos para determinados nomes, chegando a projetar até 43% para candidaturas como a de Allyson Bezerra, foram requentados e republicados até a véspera do pleito, em clara tentativa de induzir a opinião pública.

No entanto, o resultado nas urnas, inclusive na própria cidade do candidato, Mossoró, provou que a soberania popular não se curva a planilhas infladas. Entre os institutos que atuaram no estado, Quaest e Atlas foram os que mantiveram maior proximidade com a realidade das urnas, enquanto o restante acumulou um divórcio histórico com a vontade popular.

O fim dos "analistas-torcedores"

Outro capítulo à parte que ruiu junto com a apuração foi o papel desempenhado por muitos comentaristas e "analistas" políticos locais. Vestidos com a farda invisível de cabos eleitorais e criados nas cozinhas de campanhas, figuras que se autoproclamavam especialistas passaram o pleito inteiro repetindo narrativas convenientes a seus patrocinadores políticos, operando muito mais como torcedores do que como observadores isentos da realidade. O resultado final da eleição impôs a essa turma um silêncio constrangedor.

O recado direto aos prefeitos e a força da base

As urnas de 4 de outubro também mandaram um recado sem rodeios para muitos prefeitos e lideranças municipais que subestimaram a inteligência do eleitor. Ficou evidente que o voto de opinião e o vínculo construído diretamente com o cidadão, no corpo a corpo, na conversa de porta em porta e no respeito à comunidade, pesaram muito mais do que a máquina pública ou o alinhamento forçado por cúpulas partidárias.

No fim, o eleitor norteriograndense mostrou que quem dita os rumos do estado não são as pesquisas manipuladas, nem os palanques faraônicos, muito menos os analistas de conveniência. A voz soberana veio das urnas, coroando quem fez política de verdade, olho no olho com o povo.



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Política

A força de quem escuta: por que Bibiano é o nome que a Assembleia Legislativa do RN está precisando

Por em 1 de outubro de 2026 às 11:59:51
Pode ser uma imagem de ‎criança, futebol e ‎texto que diz "‎15555 15555 PlvE 15555 15555 44 15555 5555 na Bibiano A 15555 בכככן M 5555 B‎"‎‎

Na política de verdade, aquela que acontece no calçamento da rua, na feira livre e no abraço apertado de quem confia, não há espaço para personagem. O verdadeiro líder é aquele que não precisa fingir que se importa, porque ele já vive a dor, a esperança e a realidade do seu povo. É exatamente esse o retrato de Bibiano (MDB), candidato a deputado estadual e ex-prefeito de Serra do Mel por quatro vezes.

Quando a gente olha para o cenário político do Rio Grande do Norte, fica evidente que o parlamento estadual precisa de nomes que tragam bagagem real de gestão, que saibam o que é administrar uma cidade e que, acima de tudo, saibam parar para ouvir antes de falar. E é aí que Bibiano se destaca como um dos melhores e mais sólidos nomes desta eleição.

Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas e texto

Diferente daqueles que só aparecem nas bases quando o calendário eleitoral aperta, a caminhada de Bibiano é construída na base do olho no olho. Ele é uma liderança da Costa Branca que compreende a fundo as necessidades de cada município potiguar porque tem raiz popular. Sabe das dificuldades do produtor rural, do comerciante que acorda cedo na feira, do jovem que busca oportunidade e da mãe de família que precisa de um serviço público descente.

Pode ser uma imagem de criança e texto

O que diferencia um político comum de um verdadeiro representante é a capacidade de escuta. Bibiano ouve. Da criança ao idoso. E mais do que ouvir, absorve, compreende e transforma essa escuta em projeto de trabalho. É uma liderança que une a experiência administrativa à sensibilidade humana, qualidades raras e indispensáveis para quem pretende ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa.

A reta final desta campanha tem mostrado exatamente isso. Por onde passa o que se vê não é apenas uma maratona de agendas, mas uma onda genuína de adesão popular. O povo reconhece quem é de verdade.

Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas

No dia 4 de outubro, a escolha nas urnas não será apenas por um número ou por uma sigla partidária. Será a escolha pela voz de quem realmente entende o chão que pisa. Bibiano chega forte, com a bagagem de quem já provou que sabe fazer, e com o coração aberto para ser, de fato, o representante legítimo do povo potiguar na Assembleia Legislativa.

Que Bibiano voe, ele merece. Mas sem tirar os pés do chão!



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Política

Debate da InterTV fez valer a expressão de trocar “seis por meia dúzia”

Por em 30 de setembro de 2026 às 08:25:46

O sexto debate que aconteceu nesta terça-feira, 29, entre os candidatos a governador no RN, dessa vez na InterTV Cabugi, fez valer a expressão: trocar seis por meia dúzia. Mudou apenas o cenário e local.

Em nada alterou. Para não faltar com respeito com os candidatos, simplifico dizendo que ladainha foi a mesma. Assim como eu, que gosto de acompanhar o cenário político, talvez muitos perderam um bom tempo de sono.

Após o debate, aqueles mais "chegados" aos candidatos, que se encontram na lista dos beneficiados, dizem que ele venceu o debate, que os demais não têm proposta, e que o eleitor quer ouvir proposta.

Quer não. O eleitor não quer ouvir proposta. Se um dia o eleitor votou pelas propostas, esse tempo passou. E está muito claro isso.

O eleitor, hoje, não sabe se vota no candidato que melhor aparece na enxurrada de pesquisas. Muitas delas estão aí mostrando que são caça-níqueis, e vieram para servir a alguém e manipular a mente do eleitor, ou se vota no candidato que a maioria da mídia (aquela que tem alguns bons motivos para defender) resolveu escancarar que tem lado.

Voltando para o debate: foi seis por meia dúzia. E, caso no RN tenha segundo turno, os que se acusam agora caminham para ficar junto com qualquer um.

E você, eleitor, que berrou, brigou, xingou até a mãe de pantana em defesa deles, vai ter que engolir caladinho a união, com eles se abraçando e declarando juras de amor eterno um ao outro.



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Gerais

Rio Grande do Norte oferta 103 vagas de qualificação profissional

Por em 28 de setembro de 2026 às 16:34:03

Com início previsto para outubro de 2026, o programa Mulheres Mil, do Ministério da Educação (MEC), ofertará 103 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional no estado do Rio Grande do Norte.

As oportunidades reúnem cursos de educação profissional e tecnológica (EPT) e visam promover a inclusão produtiva e a autonomia das mulheres na região.

As qualificações profissionais no estado serão ofertadas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Confira os cursos e as vagas, todas no município de Macaíba:

Agente de Alimentação Escolar: 43 vagas | carga horária: 200 horas;

Horticultor Orgânico: 60 vagas | carga horária: 200 horas).

Como se inscrever – Para conferir o detalhamento das oportunidades, os requisitos de participação e o processo seletivo, as candidatas devem acessar o Painel de Oportunidades do Pronatec e selecionar o filtro “Mulheres Mil”. Em seguida, precisam escolher o estado e o mês "outubro".

As inscrições e a consulta aos editais de ingresso devem ser realizadas diretamente junto às instituições de ensino ou em seus respectivos canais oficiais.



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Política

Guerra de números no RN: a enxurrada de pesquisas na reta final escancara a urgência de regras mais duras pelo TSE

Por em 28 de setembro de 2026 às 15:39:16

A reta final da campanha eleitoral no Rio Grande do Norte ganhou um ritmo frenético nos sistemas de registro do Tribunal Superior Eleitoral, mas o que chama a atenção não é apenas o volume de levantamentos, e sim a estratégia por trás do calendário.

Com a regra atual que permite a divulgação apenas cinco dias após o registro, estamos vendo uma verdadeira enxurrada de institutos jogando dados na praça com foco nos três primeiros dias de outubro.

Olhando para os registros recentes, nomes como Seta, Datavero, Exatus, Qualitta, AtlasIntel, Verita e vários outros aparecem em sequência, criando um cenário onde o eleitor é bombardeado por números diários.

Para quem vive o dia a dia da política, é impossível não questionar se o real objetivo é retratar a realidade do momento ou se aproveitar dessa janela exígua para tentar induzir o voto de quem está indeciso na última hora.

Esse modelo atual abre brecha para narrativas fabricadas bem no momento em que o eleitorado está mais sensível. Fica claro que o TSE precisa urgentemente rever essa dinâmica e criar uma resolução muito mais rígida em relação às pesquisas eleitorais no período final das eleições.

O pleito precisa refletir a vontade soberana da população, e não uma guerra de números calculada para moldar artificialmente a opinião pública na véspera da urna.



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Política

BIBIANO CONSOLIDA APOIO NOS 167 MUNICÍPIOS E DISPARA RUMO À ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Por em 23 de setembro de 2026 às 17:04:32

A campanha de Bibiano para deputado estadual ganha força no Rio Grande do Norte, impulsionada pelo crescimento nas pesquisas e pela mobilização nas ruas. O candidato atingiu a marca de ter bases de apoio e militância ativas em todos os 167 municípios do estado.

O nome dele hoje é sinônimo de esperança e pé no chão, e essa sintonia com o eleitorado fica evidente no abraço caloroso, no sorriso no rosto e na confiança estampada em cada pessoa que vem pra rua demonstrar que está com ele nessa caminhada rumo à Assembleia Legislativa.

A agenda da reta final tem sido intensa. Entre segunda (21) e terça-feira (22), o candidato cumpriu roteiro no interior, passando por Santo Antônio, Lagoa D’Anta, Várzea, Goianinha e Canguaretama. Na sequência, realiza caminhadas na capital, visitando os bairros Mãe Luíza, Neópolis e Vila de Ponta Negra.

A movimentação da semana dá continuidade ao trabalho realizado no último fim de semana. No sábado (19), a comitiva esteve na região Oeste, com agendas em Patu, Umarizal, Caraúbas e Apodi. No domingo (20), as atividades se concentraram na região Salineira e no Vale do Açu, com passagens por Macau, Alto do Rodrigues, Pendências e Carnaubais.

Para o candidato, a recepção nas ruas reflete a busca do eleitorado por propostas concretas. "Eu fico até emocionado quando vejo essa recepção tão carinhosa em cada canto que a gente chega, porque isso mostra que o nosso recado tá fazendo sentido no coração das pessoas. O povo quer gente com vontade de trabalhar de verdade pela nossa terra, então ver essa confiança crescer a cada dia me dá ainda mais energia pra continuar andado, pedindo a confiança do eleitor e levando a nossa mensagem de mudança", comemorou o candidato.



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Política

GUERRA DE PESQUISAS NESTA SEMANA É UMA FÁBRICA DE NÚMEROS PARA CONFUNDIR O ELEITOR

Por em 13 de setembro de 2026 às 15:55:25

O termômetro da eleição no Rio Grande do Norte segue pegando fogo e a movimentação nos bastidores da Justiça Eleitoral não para. Só que essa avalanche de levantamentos que desponta nos registros oficiais está longe de ser apenas uma busca por transparência, funcionando muitas vezes como uma verdadeira artimanha para tumultuar o cenário e confundir a cabeça do eleitor.

Pela regra do TSE, o instituto precisa registrar a pesquisa com no mínimo cinco dias de antecedência da divulgação. Com essa enxurrada de dados pipocando na praça, o objetivo de muita gente nos quartéis-generais é jogar fumaça no debate público e tentar manipular a percepção de quem está na ponta.

Confira o panorama com as datas de registro e a previsão de liberação de cada levantamento para essa semana.

Media Inteligência (Registro RN-00740/2026): Data de registro em 12/09/2026, com divulgação prevista para hoje, 13 de setembro.

Media Inteligência (Registro RN-08671/2026): Data de registro em 08/09/2026, com divulgação prevista para hoje, 13 de setembro.

Metadata Soluções (Registro RN-02543/2026): Data de registro em 08/09/2026, com divulgação prevista para hoje.

Item Pesquisas Técnicas (Registro RN-09570/2026): Data de registro em 13/09/2026, com divulgação prevista para 18/09/2026.

Instituto Verita (Registro RN-07921/2026): Data de registro em 12/09/2026, com divulgação prevista para 17/09/2026.

Perfil Pesquisas (Registro RN-08335/2026): Data de registro em 11/09/2026, com divulgação prevista para 16/09/2026.

Exatus Consultoria (Registro RN-03910/2026): Data de registro em 10/09/2026, com divulgação prevista para 15/09/2026.

Data Capital (Registro RN-05522/2026): Data de registro em 10/09/2026, com divulgação prevista para 15/09/2026.

Com essa guerra de narrativas batendo à porta, o segredo é não cair na pilha de números plantados. O eleitor mais atento precisa filtrar o barulho dos palanques para enxergar a realidade longe da manipulação.



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Política

QUANDO A CAMPANHA DESMASCARA A FARSA DO PODER

Por em 13 de setembro de 2026 às 14:33:46

A gente costuma achar que a eleição serve apenas para escolher quem vai ocupar a cadeira no ano que vem, mas a verdade é que o processo funciona como um grande teste de caráter a céu aberto. Quando a campanha esquenta, a máscara cai e a política deixa de ser apenas uma disputa de projetos para virar um espelho implacável da sociedade.

O mais interessante é perceber que essa revelação não acontece só com quem está no palanque buscando votos. O comportamento se espalha por toda a engrenagem.

É o eleitor que descobre a intolerância daquele amigo de longa data, o apoiador que perde a linha nas redes sociais defendendo o indefensável, e até o jornalista ou formador de opinião que abandona a coerência em troca de conveniência.

Nessa mesma vitrine, a disputa serve ainda para revelar o grau máximo da falsidade, onde alguns que transformam a mentira em profissão de fé. Tem muito gestor de palco que aprendeu a mentir com os olhos abertos, mantendo o sorriso ensaiado e o tom mansa, com uma frieza tão calculada que é capaz de enganar até o eleitor mais atento e cascudo. É a arte do cinismo institucionalizado, onde o blefe vira plano de governo e a promessa vazia é entregue com a maior cara de pau do mundo.

No fim das contas, a eleição é um raio-X coletivo. Ela mostra quem tem argumento e quem só tem agressividade, quem respeita o contraditório e quem enxerga o outro como inimigo mortal.

Quando a poeira baixa e a contagem dos votos termina, os cargos são definidos, mas o que fica gravado de verdade é a postura que cada um escolheu adotar quando a pressão aumentou.



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Direito

A SESSÃO EXTRAORDINÁRIA QUE PODE REDENHAR O SUPREMO

Por em 13 de setembro de 2026 às 13:45:37

O Supremo Tribunal Federal vive o capítulo mais tenso de sua história recente, e a próxima terça-feira, 15, promete ser o dia em que a República inteira vai parar para assistir ao plenário decidir o futuro da Corte. Convocada às pressas pelo presidente Edson Fachin, a sessão extraordinária marcada para as 10h é a tentativa definitiva de estancar uma crise institucional sem precedentes.

Tudo gira em torno da famosa Petição 16.662. Foi justamente ali que o ministro André Mendonça jogou luz sobre as conversas em visualização única entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, figura central no maior escândalo bancário dos últimos anos, e o ministro Alexandre de Moraes.

Entre os diálogos revelados, a pergunta feita por Vorcaro a Moraes sobre a conveniência de deixar o país pouco antes de sua prisão virou o estopim de um verdadeiro incêndio político.

A situação escalou de vez quando a guerra de decisões individuais tomou conta dos gabinetes. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, acabou afastado por Mendonça, mas logo foi reintegrado por Flávio Dino. Diante desse choque de poderes dentro do próprio tribunal, Fachin resolveu puxar a tomada, suspendendo todas as medidas isoladas para que os dez ministros decidam, ao vivo e em conjunto, o rumo de tudo.

Para complicar ainda mais o tabuleiro, o sigilo foi derrubado e um verdadeiro acervo em HD, recheado de relatórios da Polícia Federal, foi despachado para a mesa de cada ministro. Nos bastidores, os blocos de votos já começam a se desenhar entre os aliados de Moraes e os defensores do material apresentado por Mendonça, enquanto figuras como Dias Toffoli e Cármen Lúcia entram como peças imprevisíveis na balança.

Na próxima terça-feira, 15, o STF não vai julgar apenas o caso Banco Master; vai decidir se consegue fechar as feridas abertas ou se o plenário vai escancarar de vez uma crise que há muito tempo ultrapassou os limites do direito.



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Gerais

A CAMPANHA ELEITORAL VIRA LICENÇA PARA FAZER O QUE QUISER?

Por em 13 de setembro de 2026 às 11:48:58

Motociclistas sem capacete, escapamentos adulterados, manobras perigosas, menores pilotando e um barulho infernal. A pergunta é simples: durante a eleição, a lei deixa de valer?

Sem placa, capacete e dando grau em meio a festejos de Natal de Itabirito: GCM prende 1 e remove moto

Chegou a época das carreatas e motociatas. E, pelo que se vê nas ruas, chegou também a temporada em que o bom senso, o Código de Trânsito e a fiscalização parecem entrar de férias. É moto sem capacete, escapamento adulterado fazendo um barulho que atravessa quarteirões, motociclista empinando veículo como se estivesse em um espetáculo, menor de idade pilotando e gente trafegando de maneira irresponsável.

Tudo isso em nome da festa eleitoral, como se colocar um adesivo de candidato na camisa ou na moto transformasse infração em manifestação democrática. Não transforma. Campanha eleitoral não cria território livre para a lei.

E aqui é preciso ser justo com os candidatos. Nenhum deles tem como controlar cada pessoa que aparece numa carreata. Não são policiais, agentes de trânsito nem fiscais. Não podem parar uma moto, exigir documentação ou aplicar uma multa. Mas também não vamos fingir que uma campanha é uma reunião de desconhecidos que simplesmente apareceram na rua.

Existe coordenação, organização, lideranças, apoiadores, divulgação, roteiro e comando político. Portanto, existe também a possibilidade de orientar. Um candidato pode dizer aos seus apoiadores que não quer motos sem capacete, condenar manobras perigosas, pedir que ninguém perturbe moradores e deixar claro que sua campanha não precisa transformar a cidade em uma mistura de pista de corrida com trio elétrico. Pode. E deveria.

Mas a responsabilidade principal pela fiscalização é outra: é do poder público. E aí começa a parte realmente difícil de entender. Como é que uma moto passa sem capacete? Como é que um menor conduzindo um veículo circula no meio de uma multidão? Como é que escapamentos adulterados fazem um barulho ensurdecedor durante quilômetros? Como é que motociclistas empinam motos em via pública e continuam seguindo normalmente? Onde está a fiscalização?

O cidadão comum, aquele que usa sua moto para trabalhar e é parado quando está sem algum documento, conhece muito bem a existência da lei. O motorista que estaciona onde não deve também conhece. Mas, quando aparece uma carreata ou uma motociata política, parece surgir uma curiosa zona de tolerância. Será medo de enfrentar uma multidão? Conveniência? Falta de efetivo? Alguma orientação para não criar desgaste político? Não sabemos. E justamente por não sabermos, a pergunta precisa ser feita.

Porque há outro detalhe que deveria constranger muita gente envolvida nessas campanhas. Os mesmos candidatos que passam meses dizendo que defendem os autistas, os idosos e a causa animal precisam lembrar que essas pessoas também existem quando a campanha sai às ruas.

O idoso que se assusta com uma explosão de escapamento existe. A pessoa autista com hipersensibilidade sonora existe. A família que precisa lidar com uma crise provocada por estímulos sonoros existe. E o cachorro que entra em pânico com o estrondo das motos também existe. No palanque, essas pessoas são eleitoras. Na rua, continuam sendo seres humanos que merecem respeito.

É aí que a coisa fica especialmente hipócrita. É muito fácil gravar um vídeo abraçando uma mãe de uma criança autista. É fácil posar ao lado de uma causa animal. É fácil prometer políticas públicas para idosos.

Difícil parece ser lembrar dessas mesmas pessoas quando chega a hora de acelerar a moto, abrir o escapamento e sair fazendo barulho pela cidade. A causa do autista vale no discurso, mas perde a validade quando começa a motociata? A causa animal vale até o momento em que o cachorro se assusta? O respeito ao idoso vale somente quando há câmera ligada?

Manifestação política é legítima. Carreata é legítima. Motociata também pode ser legítima. O que não é legítimo é usar a política como salvo-conduto para o abuso. E muito menos esperar que a população aceite tudo calada porque “é época de eleição”. Não é. A eleição dura algumas semanas. A cidade continua existindo. As pessoas continuam morando nas casas. Os idosos continuam dormindo. Os autistas continuam lidando com seus estímulos. Os animais continuam sentindo medo. E as leis continuam escritas. Ou deveriam continuar sendo aplicadas.

No fim das contas, a pergunta mais incômoda talvez nem seja para os candidatos. É para as autoridades: por que, quando a bagunça vem acompanhada de bandeira partidária, tanta gente parece esquecer que tem obrigação de fiscalizar? Porque se a lei vale para um, precisa valer para todos. Inclusive para quem está fazendo campanha.

Democracia não é vale-tudo. Eleição não é salvo-conduto. E respeito também se pratica fora do palanque.



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Política

A 21 DIAS DA ELEIÇÃO, QUEM REALMENTE ESTÁ PERTO DA URNA?

Por em 13 de setembro de 2026 às 10:03:17
São Paulo (SP), 24/09/2024 - Cerimônia de geração de mídia e preparação das urnas eletrônicas para as eleições municipais de 2024 na 1ª Zona Eleitoral, em Bela Vista. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Os institutos de pesquisas apresentam cenários bastante diferentes para o Governo do RN. A distância entre os números é um lembrete de que pesquisa eleitoral deve ser analisada com cautela, principalmente quando ainda há três semanas de campanha pela frente.

A eleição para o Governo do Rio Grande do Norte entrou na reta decisiva, mas ainda não há elementos suficientes para afirmar se a disputa será encerrada no primeiro turno ou se haverá segundo. O que existe, neste momento, são pesquisas que apresentam fotografias diferentes do mesmo eleitorado.

Na Quaest, Allyson Bezerra aparece com 25%, Cadu de Lula com 21% e Álvaro Dias com 19%. Na Real Time Big Data, os números são 30%, 25% e 23%, respectivamente. Já a Exatus apresenta Allyson com 37,42%, Álvaro com 20,56% e Cadu com 17,96%. São diferenças expressivas para pesquisas realizadas no mesmo período eleitoral e que, naturalmente, levantam uma questão: qual dessas fotografias está mais próxima da realidade?

A resposta só será conhecida quando os votos forem contados. Até lá, qualquer pesquisa é uma medição de intenção de voto, sujeita à metodologia utilizada, ao período da coleta, à composição da amostra, à margem de erro e, principalmente, às mudanças de comportamento do eleitor.

É justamente por isso que convém olhar para as pesquisas com menos encantamento. Elas são importantes para entender tendências e movimentos da eleição, mas não podem ser confundidas com uma prévia do resultado.

O RN JÁ VIU PESQUISAS ERRAREM?

A resposta é sim. E não se trata de dizer que determinado instituto sempre erra ou que outro sempre acerta. O histórico das eleições mostra que pesquisas podem identificar corretamente uma tendência e, ainda assim, errar a dimensão da vantagem, a distância entre os candidatos ou até a ordem de uma disputa apertada.

É por isso que uma avaliação séria precisa considerar o desempenho dos institutos quando suas últimas pesquisas são colocadas lado a lado com aquilo que aconteceu nas urnas. Esse é um parâmetro muito mais útil do que simplesmente escolher o levantamento que melhor confirma uma determinada narrativa política.

QUAEST: uma fotografia nacional diante das particularidades do RN

A Quaest é um instituto de atuação nacional, com pesquisas presenciais e metodologia própria para composição e estratificação do eleitorado. Sua chegada ao cenário potiguar trouxe uma fotografia diferente daquela apresentada por alguns institutos com atuação regional, especialmente pela proximidade entre os três principais candidatos.

Isso não permite concluir que a Quaest esteja certa ou errada. O que se pode afirmar é que seu levantamento contrasta significativamente com pesquisas que apresentam Allyson com vantagem maior. E essa diferença é relevante porque estamos a apenas 21 dias da eleição.

O Rio Grande do Norte tem características políticas próprias, com forte presença das estruturas municipais, lideranças locais e diferenças importantes entre Natal, Região Metropolitana e interior. Esses fatores podem interferir na maneira como uma amostra consegue reproduzir o comportamento do eleitorado.

CONSULT: tradição local também não é garantia

A Consult tem uma longa trajetória no Rio Grande do Norte e conhece de perto as particularidades do eleitor potiguar. É uma experiência que pesa na leitura dos cenários locais, mas não elimina as limitações inerentes a qualquer pesquisa eleitoral.

O comportamento do eleitor pode mudar ao longo da campanha e diferentes períodos de coleta podem produzir resultados diferentes. Além disso, eleições mais nacionalizadas podem provocar movimentos distintos entre o eleitorado da capital e o interior.

Por isso, a tradição de um instituto é um elemento a ser considerado, mas não pode funcionar como certificado antecipado de acerto. No fim, a pesquisa também precisa passar pelo teste das urnas.

EXATUS: uma fotografia bem mais favorável ao líder

A Exatus apresenta atualmente um cenário mais confortável para Allyson Bezerra. Seus 37,42% estão bem acima dos 25% registrados pela Quaest e também acima dos 30% encontrados pela Real Time Big Data.

A diferença não é pequena e merece ser analisada, principalmente porque pode alterar completamente a interpretação sobre a possibilidade de uma vitória no primeiro turno.

Se uma pesquisa aponta 25% e outra 37% para o mesmo candidato, não faz sentido escolher automaticamente o número maior ou o menor de acordo com a conveniência política. O que interessa é entender o motivo da diferença e, sobretudo, observar qual fotografia se aproxima mais do resultado final.

Entre a pesquisa e a urna

É aqui que está o ponto central da discussão. Uma pesquisa pode mostrar que um candidato lidera, mas não consegue dizer, sozinha, que ele será eleito. Também não consegue garantir que a distância registrada naquele momento permanecerá até o dia da votação.

A 21 dias da eleição, existe tempo suficiente para que o cenário mude. Campanhas podem ganhar ou perder força, alianças podem produzir efeitos, candidatos podem alterar suas estratégias e eleitores que ainda não decidiram o voto podem modificar completamente determinadas projeções.

Por isso, mais importante do que perguntar qual instituto está certo hoje é acompanhar a evolução dos números e, principalmente, lembrar que pesquisas também precisam ser confrontadas com seu histórico de acertos e erros.

No cenário atual, Allyson lidera os levantamentos apresentados, mas a dimensão dessa liderança varia bastante. Em uma pesquisa, a diferença para o segundo colocado é pequena; em outra, é muito maior. Essa distância entre as próprias pesquisas recomenda cautela antes de transformar qualquer resultado em certeza eleitoral.

A eleição ainda não acabou. E, a 21 dias da urna, talvez a pergunta mais interessante não seja apenas quem está na frente, mas quem está conseguindo medir melhor o eleitor que ainda pode mudar de ideia.

No dia 4 de outubro, não haverá margem de erro, amostra ou entrevista estimulada. Haverá voto.

E a urna não conhece pesquisa.



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Política

Com presença de Garibaldi Filho, Walter Alves cumpre agenda com reuniões e carreata em três municípios

Por em 12 de setembro de 2026 às 11:30:25

A sexta-feira (11) foi de muitos encontros e diálogo com a população para Walter Alves (MDB). Ao lado de Garibaldi Filho, o candidato a deputado estadual cumpriu agenda em Brejinho, Santo Antônio e Touros, participando de reuniões políticas e de uma carreata.

A agenda começou em Brejinho, com uma reunião que reuniu lideranças políticas e apoiadores. Estiveram presentes o prefeito Jeferson Gomes, o ex-prefeito Joãozinho, o vereador Francisco Carvalho, o suplente de vereador Edson da Lotação e o secretário de Transporte e Vias, Marcos Antônio.

Em seguida, Walter e Garibaldi seguiram para Santo Antônio, onde participaram de uma carreata pelas ruas do município. Walter conta com o apoio da vereadora Edijane Ribeiro, que foi a candidata mais votada nas Eleições 2024 no município. O ato reuniu apoiadores e moradores, reforçando a mobilização em torno da candidatura.

Encerrando a agenda, Walter seguiu para Touros, percorrendo mais de 150 quilômetros, para participar de uma reunião com o grupo político que apoia sua candidatura no município.

O encontro contou com a presença de Fabinho de Perobas, vereador Paulinho Professor, Nenem de Santa Luzia, Pedro de Cajueiro e o secretário Ricely Jerônimo. O prefeito Pedro Filho também participou da reunião, que foi marcada pela presença de muitos apoiadores.

A agenda reforçou a articulação de Walter Alves no interior do Rio Grande do Norte e a união de lideranças municipais em torno do seu projeto para a Assembleia Legislativa.


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