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Política

Estados Unidos e Venezuela fecham o maior acordo de petróleo da história mundial

Por em 31 de agosto de 2026 às 07:02:29

Os Estados Unidos e a Venezuela fecharam, no último final de semana, o maior acordo de petróleo da história mundial. Com a assinatura do pacto, o governo norte-americano passa a controlar diretamente os 17 principais campos petrolíferos venezuelanos, o que representa o domínio sobre mais de 65 bilhões de barris de petróleo.

A Venezuela abriga hoje a maior reserva de petróleo do planeta, estimada em cerca de 303 bilhões de barris — o que equivale a 17% de toda a oferta global. Pelo lado venezuelano, a expectativa é de que a negociação gere uma arrecadação de até US$ 209 bilhões para os cofres do governo.

A assinatura do acordo ocorre quase nove meses após as forças americanas capturarem Nicolás Maduro. A negociação foi conduzida diretamente pela presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, e pelo Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. O pacto terá duração inicial de 25 anos.

Com o acordo, será criada uma nova empresa que já nasce como a segunda maior detentora corporativa de reservas de petróleo do mundo, ficando atrás apenas da gigante estatal Saudi Aramco. O petróleo extraído e comprado pelos americanos será destinado ao abastecimento da reserva estratégica e ao uso militar dos EUA. O texto integral do contrato ainda não foi divulgado publicamente.

A movimentação da Casa Branca não acontece por acaso. O presidente Donald Trump enfrenta forte pressão política interna com a proximidade das midterms, as eleições de meio de mandato para o Congresso americano, somada à disparada nos preços da gasolina em solo americano por conta da guerra com o Irã. O acordo é apresentado pela gestão Trump como a solução definitiva para baixar o preço dos combustíveis no país.

Marco Rubio classificou a negociação como uma "grande vitória" e prometeu a geração de milhares de empregos na Venezuela. Do outro lado, Delcy Rodríguez declarou que o pacto preserva a soberania nacional e tem como meta elevar a produção do país para 1,5 milhão de barris por dia.



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Política

O DIA EM QUE A TV ABERTA PERDEU O CONTROLA DA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

Por em 24 de agosto de 2026 às 07:39:49
São Paulo (SP), Canditados durante o 1° Debate entre candidatos a Presidência da República as dependências da TV BAND. Foto: Maria Isabel Pimenta

O Brasil definitivamente precisa ser estudado. Nem os melhores roteiros de Hollywood seriam capazes de prever a dinâmica surreal que vivemos na comunicação política.

De um lado, a Band promovia seu tradicional debate presidencial. De outro, uma lista pesada de ausências: nem Lula, nem Flávio Bolsonaro, nem Romeu Zema pisaram no estúdio. Mas o verdadeiro nó na cabeça da mídia tradicional aconteceu no próprio ecossistema de transmissão.

Enquanto os jornalistas da Band sabatinavam o "Time B" dos postulantes ao Planalto, a Record exibia, no mesmo horário, uma entrevista gravada com o presidente Lula. Paralelamente, Pablo Marçal, que acumula mais seguidores que as duas emissoras somadas, abria uma live simultânea no YouTube e no Instagram.

O que poucos percebem é que a lógica do consumo de informação mudou drasticamente. Com as redes sociais, cada político passou a carregar sua própria emissora no bolso. O debate na TV ou a participação num podcast deixaram de ser o destino final do eleitor e viraram meras "fábricas de cortes".

A prova disso esteve no ritmo da própria transmissão: entre 20h e 21h30, os três participantes do debate publicaram juntos 8 cortes nas redes (5 de Renan, 2 de Caiado e 1 de Augusto Cury). A preocupação já não era falar com quem assistia pela televisão, mas abastecer os algoritmos.

Sem Lula e Flávio Bolsonaro, que somam cerca de 72% das intenções de voto, o apelo do debate caiu drasticamente. Afinal, nenhum dos nomes presentes no estúdio ultrapassa a marca de 5% nas pesquisas.

Pela primeira vez desde a redemocratização do Brasil, os dois líderes das pesquisas faltaram a um debate no primeiro turno. Um efeito dominó que começou com a recusa de Lula e se desdobrou no esvaziamento do estúdio.

A medição de audiência reflete com precisão essa mudança de hábito: no primeiro bloco, enquanto a CazeTV transmitia São Paulo x Chapecoense para mais de 1 milhão de pessoas simultâneas no YouTube, o canal da Band na mesma plataforma penava para bater 325 mil espectadores.

A TV tradicional já não retém a atenção sozinha. Na guerra pelo voto, ganha quem sabe distribuir o conteúdo, não apenas quem ocupa o estúdio.



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Política

DO PALCO DA BAND À TELA DO CELULAR: A EVOLUÇÃO DOS DEBATES PRESIDENCIAIS NO BRASIL

Por em 23 de agosto de 2026 às 11:00:12

Em 17 de julho de 1989, o brasileiro assistia, pela primeira vez, a um debate presidencial transmitido ao vivo na televisão. A Band, pioneira no formato, reuniu os candidatos em um contexto histórico único: a primeira eleição direta para a Presidência da República em quase três décadas e a primeira sob a recém-promulgada Constituição de 1988.

Comandado por Marília Gabriela, o encontro reuniu nove postulantes no primeiro turno, incluindo figuras históricas como Leonel Brizola, Paulo Maluf e Mário Covas. Sem as regras rígidas de hoje, o embate permitia interrupções diretas, réplicas e tréplicas sem filtros prévios entre os participantes. Também não vigorava a obrigatoriedade de convite restrito a partidos com representação mínima no Congresso, modelo que atualmente limitaria candidaturas sem bancada expressiva.

A ESTRATÉGIA DA AUSÊNCIA E O XADREZ POLÍTICO

Foi também naquele pioneiro 1989 que nasceu a tática de ausência. Fernando Collor, então líder nas pesquisas, optou por não comparecer aos confrontos do primeiro turno para evitar o desgaste do embate direto e se blindar contra os adversários. A manobra de preservação se repetiria ao longo da história recente:

  • 1994 e 1998: Fernando Henrique Cardoso confirmou o favoritismo amparado pelo sucesso do Plano Real e, na busca pela reeleição em 98, reduziu a exposição evitando debates.
  • 2002: Lula adotou um tom moderado — chancelado pela "Carta ao Povo Brasileiro" — e venceu a corrida presidencial após três tentativas anteriores.
  • 2006: Diante do desgaste político do período, o presidente candidato à reeleição limitou sua presença aos encontros do primeiro turno, consolidando a vitória na etapa final.
  • 2010: A Band realizou a primeira transmissão simultânea pela internet. O crescimento da candidatura de Marina Silva no primeiro turno levou a disputa para o segundo turno entre Dilma Rousseff e José Serra.
  • 2018: Impedido de participar por razões médicas em decorrência do atentado sofrido durante a campanha, Jair Bolsonaro não esteve presente nos debates do segundo turno contra Fernando Haddad.
  • 2022: Pela primeira vez, os dois principais cotados — Lula e Jair Bolsonaro — dividiram o mesmo palco desde a fase inicial de encontros.

A ERA DIGITAL E O NOVO RITMO DA COMUNICAÇÃO

Com a consolidação da internet e das redes sociais como veículos centrais de informação política, o formato dos debates enfrenta o desafio de se adaptar.

A dinâmica do público atual exige não apenas a transmissão na íntegra, mas a capacidade de gerar momentos de impacto que ganhem escala em plataformas digitais, como cortes de vídeos em formato curto, Reels e redes de compartilhamento.

O modelo tradicional de transmissão ao vivo na TV aberta se mantém como um espaço de confronto de propostas e avaliação de desempenho, enquanto testa sua resistência e relevância em um ambiente midiático altamente fragmentado.

Confira a íntegra histórica do primeiro encontro no vídeo AQUI com o registro inaugural dos debates políticos na televisão brasileira.



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Gerais

AÇÕES CONTRA PLANOS PRIVADOS SUPERAM O SUS PELA PRIMEIRA VEZ E LIGA ALERTA DO CNJ

Por em 23 de agosto de 2026 às 09:16:31
Planos de saúde: ações na Justiça disparam e já são 47% do total no setor

De janeiro a junho de 2026, o Brasil registrou um marco histórico na área do Direito à Saúde: as novas ações judiciais movidas contra planos de saúde privados ultrapassaram, pela primeira vez, as demandas judiciais direcionadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O fenômeno revela uma mudança profunda no perfil do litígio sanitário no país. Na saúde privada, os processos são movidos por beneficiários das operadoras de saúde diante de recusas de custeio de medicamentos, procedimentos cirúrgicos ou tratamentos que o paciente e seu médico assistente consideram fundamentais.

Por outro lado, as ações judiciais contra o SUS continuam concentradas, em sua maioria, na morosidade dos atendimentos, na falta de leitos em hospitais públicos e no desabastecimento de remédios nas farmácias populares.

Perfil das disputas

Planos Privados: Foco em recusas de cobertura para exames, cirurgias, tratamentos e medicamentos de alto custo.

SUS: Ações motivadas principalmente pela demora em atendimentos, falta de leitos e desabastecimento de remédios nas redes públicas.

Ao contrário do SUS, financiado por impostos, os planos privados funcionam por mutualismo: as mensalidades formam um caixa comum. Quando a Justiça obriga o custeio de procedimentos fora da cobertura contratual, a despesa extra encarece o sistema e impulsiona reajustes mais altos para todos os clientes.]

A alta de processos no setor privado é desproporcional: os planos atendem apenas 25% da população, enquanto o SUS cobre a totalidade do país.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) alerta que a judicialização desenfreada ameaça a sustentabilidade da saúde suplementar, podendo encarecer as mensalidades, expelir clientes do sistema privado e sobrecarregar ainda mais a rede pública.



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Política

POR QUE ALLYSON BEZERRA LIGOU O ALERTA EM MOSSORÓ E COLOCOU O BLOCO NA RUA?

Por em 23 de agosto de 2026 às 08:06:04
Allyson Bezerra é eleito prefeito de Mossoró após votar contra reforma da  previdência – SINSP/RN

Sabe aquela máxima de que candidato esperto não dá ponto sem nó? Pois é. No jogo político, pesquisa interna é praticamente a bússola que indica onde o calo aperta e onde a maré está a favor.

E quem acompanha a política do Rio Grande do Norte sabe muito bem que Allyson Bezerra não dá um passo no escuro. Foi assim desde sua primeira campanha para prefeito de Mossoró. Tinha várias pesquisas internas e uma oficial para divulgar os números (será que ele lembra essa parte?) após o registro.

Na corrida atual para o Governo do Estado, a receita continua a mesma. Por mais que ele apareça liderando quase todas as pesquisas da enxurrada que já foram divulgadas (e cá entre nós, hoje em dia tem número para todos os gostos, mesmo tendo quem não goste), o termômetro das pesquisas internas acendeu uma luz amarela onde ele menos esperava: na própria casa, em Mossoró.

Com base nessas pesquisas internas, Allyson sabe exatamente onde caiu. E foi justamente em Mossoró. Daí ter dedicado o sábado, 22 (e o "22" não deixa de ser uma ironia sutil e um recado direto no jogo político), para realizar uma movimentação pesada na cidade, em uma gigantesca carreata.

É sinal de popularidade? É sim, mas não significa que todo mundo ali participando vota com ele. Porém, a carreata deixa o povo impressionado, e nessa arte de fazer barulho ele é mestre. E antes que venham com o famoso "mimimi", isso não acontece apenas nas movimentações dele; acontece com muitos. Boa parte dos eleitores vai porque foram "convidados a ir ou ir", sem falar naqueles que recebem "convites especiais".

O fato é que Allyson Bezerra sabe que reeleição para prefeito e sua saída da prefeitura tinham um percentual; agora, para governador, não terá essa mesma gordura dentro de Mossoró, principalmente a partir do momento em que seus adversários começaram a desconstruir a imagem do "melhor prefeito do país de Mossoró".

Para completar o cenário, a leitura nos bastidores é que Allyson sente o impacto da própria sucessão: a partir do momento em que deixou o Palácio da Resistência, a gestão sofreu uma queda perceptível nas mãos de "Matonho", o atual prefeito Marcos Medeiros.

A ida às ruas no sábado, 22, foi o aviso claro de que o candidato percebeu a água subir em sua base e resolveu se mexer antes que a desidratação em Mossoró comprometa o projeto estadual.



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Política

PF APONTA INDÍCIOS DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA EM GRUPO LIGADO A LULINHA E AO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Por em 22 de agosto de 2026 às 09:44:48

A Polícia Federal (PF) indicou que um grupo formado por Fábio Luís Lula da Silva (conhecido como Lulinha), filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lobista Roberta Luchsinger, o empresário Fernando Bittar, Marco Aurélio Santana Ribeiro (o “Marcola”) e Antônio Carlos Camilo Antunes (o “Careca do INSS”) teria atuado para facilitar negócios junto a órgãos do governo federal.

Para as autoridades investigativas, os elementos colhidos apresentam nítidos sinais do crime de tráfico de influência, prática caracterizada pelo uso de prestígio, relações ou proximidade com agentes públicos para a obtenção de vantagens indevidas na administração pública.

Entre o acervo de materiais e mídias analisados pela perícia, destacam-se trocas de mensagens de texto e áudio armazenadas em nuvem. Em uma das conversas recuperadas pela polícia, a lobista Roberta Luchsinger chega a relatar que teria sido uma "das poucas pessoas que o Lula chamou" e perguntou em qual área do governo ela gostaria de atuar.

Na sequência do diálogo, a empresária afirma estar satisfeita na posição em que se encontra, citando a parceria de negócios que mantém com o filho do presidente. Sobre a atuação do parceiro no esquema, Luchsinger pontua: "Fábio não faz nada. Ele só entra em campo qdo precisa".

As apurações também revelaram a elaboração de uma minuta de contrato, encaminhada por Luchsinger a Marcola. O documento previa intermediar a venda de medicamentos à base de canabidiol para o Ministério da Saúde, em um negócio estimado em até R$ 626 milhões.

Diante do desdobramento do caso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se no sentido de que um dos inquéritos contra Lulinha, focado nas tratativas de fornecimento da cannabis medicinal, não deveria tramitar no Supremo Tribunal Federal (STF), mas sim ser declinado para a primeira instância da Justiça Federal.

A fundamentação é técnica: não há detentores de foro por prerrogativa de função entre os investigados diretos do núcleo. Contudo, a tendência do relator da matéria na Corte, ministro André Mendonça, é indeferir o pedido e manter as apurações sob a jurisdição do Supremo.

Em meio à repercussão dos relatórios policiais, o presidente Lula cumpriu agenda de reunião com o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que atua na defesa de Lulinha. A pauta oficial do encontro tratou da coordenação da campanha eleitoral na capital paulista, visto que o jurista é uma das lideranças da equipe em São Paulo.

Durante a conversa, o chefe do Executivo teria reforçado que seu filho deve permanecer totalmente à disposição das autoridades judiciais e que a apuração não deve ser objeto de arquivamento sumário. Paralelamente ao posicionamento público, a equipe jurídica do investigado trabalha na construção de teses técnicas com o objetivo de pleitear o arquivamento do inquérito junto às instâncias competentes.



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Direito

STF DECIDE QUE MARIA DA PENHA VALE PARA QUALQUER VIOLÊNCIA DE GÊNERO, MESMO SEM VÍNCULO FAMILIAR OU DOMÉSTICO

Por em 20 de agosto de 2026 às 07:49:14
STF amplia Lei Maria da Penha; norma passa a alcançar pessoas sem vínculo  doméstico - OpiniãoCE

Em uma decisão histórica tomada por unanimidade nesta quarta-feira, 19, o Supremo Tribunal Federal (STF) ampliou a alcance das medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha. A partir de agora, a proteção emergencial deve ser concedida a mulheres vítimas de violência motivada por gênero, mesmo nos casos em que não exista qualquer vínculo doméstico, familiar ou de afeto entre a vítima e o agressor.

O entendimento foi firmado em julgamento com repercussão geral, o que significa que a tese passa a balizar obrigatoriamente decisões de juízes e tribunais em processos semelhantes por todo o país.

O impasse jurídico teve origem em Minas Gerais. O Tribunal de Justiça mineiro (TJ-MG) havia negado o pedido de medida protetiva feito por uma mulher que vinha sofrendo graves perseguições e ameaças de morte praticadas por seu próprio vizinho. Na ocasião, a Corte estadual considerou que a Lei Maria da Penha não poderia ser aplicada, sob a justificativa de que não havia relação familiar ou convivência íntima entre os dois.

O Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) recorreu da decisão ao STF, sustentando que restringir a aplicação da lei apenas ao ambiente doméstico deixava as mulheres desprotegidas e violava compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, como a Convenção de Belém do Pará.

Ao votar, o presidente do STF e relator do processo, ministro Edson Fachin, enfatizou que a violência contra a mulher por razões de gênero é uma realidade ampla e não se limita às quatro paredes de um lar. Segundo o ministro, esse tipo de agressão se manifesta frequentemente em espaços comunitários, ambientes de trabalho, locais de estudo e espaços institucionais.

Com o novo entendimento, a Justiça brasileira consolida o conceito de que o fator determinante para a concessão da proteção rápida não é o local da agressão nem o tipo de laço entre as partes, mas sim a agressão motivada pelo simples fato de a vítima ser mulher.



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Sem categoria

PF OUVE BANQUEIRO DANIEL VORCARO EM INQUÉRITO SOBRE ATAQUES AO BANCO CENTRAL NAS REDES

Por em 20 de agosto de 2026 às 07:02:58
De menções a Moraes à 'máfia' dos bancos: as mensagens no celular de Vorcaro

A Polícia Federal (PF) realiza nesta quinta-feira, 20, o depoimento do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master. A oitiva faz parte das investigações que apuram uma suposta campanha orquestrada de ataques e questionamentos ao Banco Central (BC) no ambiente digital.

Por razões operacionais, a oitiva deve ocorrer por videoconferência. Vorcaro encontra-se custodiado no Centro de Detenção Provisória II (CDP II) — estrutura conhecida informalmente como "Papudinha", localizada no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde ficam detidos investigados em caráter provisório.

Esquema de influenciadores e o "Projeto DV"

As investigações do caso avançaram significativamente após manifestações da Polícia Federal ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo os investigadores, foi identificado um plano estruturad, batizado internamente pela PF de "Projeto DV", voltado para promover ações de influência e blindagem em prol do banqueiro e de sua instituição financeira.

O esquema envolveria a contratação de jornalistas e influenciadores digitais para publicar conteúdos favoráveis ao Banco Master e, simultaneamente, colocar em xeque as decisões e a atuação do Banco Central. Conforme apurado pelas autoridades, as propostas financeiras para o disparo e a produção dessas campanhas chegavam a R$ 2 milhões.



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Política

“NA POLÍTICA SÓ NÃO VI BOI VOANDO”: A FRASE INESQUECÍVEL DE NETO CORREIA E O CASO INUSITADO EM NOVA CRUZ

Por em 19 de agosto de 2026 às 14:11:21

De tempos em tempos, a dinâmica da política no Rio Grande do Norte nos faz resgatar memórias e figuras que deixaram sua marca nos bastidores do estado. Uma dessas lembranças frequentes é a do médico e ex-deputado estadual Neto Correia (in memoriam).

Sempre que a gente se encontrava em Santana do Matos, o assunto não podia ser outro: a nossa política. Nessas conversas, Neto Correia costumava repetir um jargão marcante e cheio de sabedoria popular: "Na política, eu só não vi ainda boi voar".

A célebre frase voltou à tona recentemente ao observar as movimentações na cidade de Nova Cruz. O prefeito João Nogueira Neto, conhecido como “Joquinha”, que é sobrinho do ex-prefeito Flávio de Beroi, movimentou as redes sociais ao tornar público o seu posicionamento para as disputas do pleito deste ano.

O fato que chamou a atenção dos bastidores foi o anúncio de apoio concentrado não em um, mas em três pré-candidatos diferentes para o mesmo cargo de deputado federal. Na lista divulgada pelo gestor, figuram os nomes de Carla Dickson, Nina Souza e Fernando Mineiro.

É a famosa fé compartilhada: o prefeito finge que apoia os três, os candidatos fingem que acreditam e o povo assiste ao espetáculo tentando entender como uma conta dessas fecha no dia da eleição.

Afinal, em um coração onde cabe todo mundo, no fim das contas ninguém sabe quem realmente senta na janela. Tenho certeza de que Neto Correia soltaria aquela gargalhada inconfundível e repetiria, com toda razão: na política, depois de ver três candidatos dividindo o mesmo abraço, a gente só fica esperando o boi criar asas para sair voando.



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Política

TRE-RN SUSPENDE DADOS PARA GOVERNADOR DE PESQUISA DO INSTITUTO DATA CENSUS

Por em 18 de agosto de 2026 às 14:40:13

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) concedeu medida liminar para proibir a divulgação dos números referentes à intenção de voto para o cargo de Governador do Estado associados à pesquisa registrada sob o número RN-09307/2026, de responsabilidade do Instituto Data Census Potiguar Ltda.

A decisão foi proferida pelo desembargador eleitoral João Afonso Morais Pordeus, atendendo a um pedido formulado em representação eleitoral ajuizada pelo candidato Raphael Ferreira Araújo.

Segundo o processo, o registro formal efetuado pela empresa no sistema PesqEle indicava que a pesquisa avaliaria apenas os cargos de Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual.

No entanto, o levantamento foi veiculado trazendo números para a disputa do Governo do Estado — atribuindo 41,8% a Allyson, 14,9% a Cadu de Lula e 13,9% a Álvaro Dias —, cargo que não constava na especificação do registro oficial.

Além da divergência sobre os cargos avaliados, a ação apontou inconsistências formais na documentação enviada ao sistema do Tribunal Superior Eleitoral, como a emissão de nota fiscal em data anterior ao início da coleta de dados e divergências nas datas de assinatura do relatório técnico.

Ao analisar o pedido, o magistrado destacou que a divulgação de dados relativos a cargo não especificado no registro equivale à veiculação de pesquisa sem registro prévio, o que fere as exigências de transparência da legislação eleitoral.

Determinações da Justiça Eleitoral

Com a decisão, o TRE-RN determinou que o Instituto Data Census se abstenha de divulgar ou compartilhar qualquer resultado relativo ao cargo de Governador associado ao registro impugnado, além de proceder com a remoção imediata dos dados já publicados, sob pena de multa diária de R$ 5.000,00.

A Justiça Eleitoral também determinou a notificação dos veículos de comunicação apontados no processo para que promovam a retirada das matérias publicadas sobre os dados de Governador no prazo de 24 horas, sob pena de multa no mesmo valor.

A decisão, no entanto, não afeta a divulgação dos números para os cargos de Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual, que continuam autorizados por estarem devidamente cadastrados. O instituto terá o prazo de dois dias para fornecer o acesso aos dados brutos e planilhas de campo para auditagem, além de apresentar sua defesa no processo.



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Política

BIBIANO CHEGA A 1º DO MDB E 2º NO GERAL

Por em 13 de agosto de 2026 às 13:45:12

A história de quem começa com o pé no chão, ganha o apoio das pessoas e hoje aparece nos braços do povo. É exatamente essa a caminhada que o Bibiano vem construindo por todo o Rio Grande do Norte, de município em município, de conversa em conversa e de porta em porta.

Uma candidatura que nasce da identificação direta, marcada pela proximidade de quem conhece a realidade do estado porque vive as mesmas dificuldades, enfrenta os mesmos desafios e acredita que a política se faz com trabalho, presença e compromisso de verdade.

E quando essa identificação vira apoio, apoio vira presença e presença vira resultado, o movimento ganha uma força enorme. Esse reconhecimento do povo agora se reflete também nos números.

Na pesquisa Qualittá, registrada sob o número RN-5792/2026, Bibiano aparece em 2º lugar na disputa geral para deputado estadual e ocupa a 1ª colocação entre todos os candidatos do MDB, liderando com vantagem dentro da legenda.

Mais do que uma posição de destaque no levantamento, esse resultado mostra a musculatura de uma caminhada que só cresce. Hoje, Bibiano já reúne apoios em mais de 100 municípios potiguares, alcançando regiões fundamentais como a Grande Natal, Mossoró, o Vale do Açu e a Costa Branca, Trairi, Região Central, Oeste, Alto e Médio Oeste, entre outras.

Talvez seja justamente aí que esteja a grande força desse projeto, porque Bibiano não é apenas alguém que quer representar o povo, ele é alguém em quem o povo se enxerga e se reconhece.

O 2º lugar no geral e a liderança no MDB são os retratos de uma história que muita gente no Rio Grande do Norte conhece bem, a de quem trabalha, luta e não desiste de acreditar que dá para fazer mais. Bibiano avança, e avança com o apoio popular.

Pesquisa registrada sob o número RN-5792/2026.



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ALLYSON CONTINUA NA LIDERANÇA, MAS ÁLVARO DIAS E CADU DE LULA CRESCEM NA PESQUISA AGORASEI

Por em 12 de agosto de 2026 às 14:08:22

Pesquisa AgoraSei mostra estabilidade de Allyson na estimulada, avanço de Álvaro e forte crescimento de Cadu; rejeição ainda é principal obstáculo para os adversários

A nova pesquisa AgoraSei sobre a disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte mostra que Allyson Bezerra continua na liderança, mas também revela uma mudança importante na composição da disputa.

Em pouco mais de dois meses, mesmo tendo visitado os 167 municípios do RN, o ex-prefeito de Mossoró praticamente manteve seu percentual na pesquisa estimulada, enquanto Álvaro Dias e, principalmente, Cadu de Lula avançaram.

Na pesquisa divulgada em 1º de junho, Allyson aparecia com 39,8% das intenções de voto na pesquisa estimulada. Agora, no levantamento realizado entre os dias 2 e 5 de agosto, e divulgada nesta quarta-feira, 12, ele registra 39,9%.

A variação de apenas 0,1 ponto está dentro da margem de erro e, portanto, deve ser interpretada como estabilidade.

O movimento mais significativo ocorreu entre os adversários. Álvaro Dias passou de 22,1% para 25,3%, crescimento de 3,2 pontos percentuais. Já Cadu de Lula saltou de 11,4% para 18,1%, avanço de 6,7 pontos.

É Cadu de Lula, portanto, quem apresenta o maior crescimento entre os principais candidatos no período.

A DISPUTA FICOU MENOS CONCENTRADA

Apesar de Allyson Bezerra ter praticamente mantido sua pontuação, a fotografia de agosto é diferente daquela apresentada em junho.

Na primeira pesquisa, havia uma parcela maior de eleitores fora dos candidatos. Somando os que declaravam voto branco, nulo ou em nenhum dos nomes aos que não sabiam ou não responderam, eram 24,3% dos entrevistados. Agora, esse grupo representa 15%.

Na estimulada de agosto, 7,1% afirmaram que não votariam em nenhum dos candidatos, em branco ou nulo, enquanto 7,9% não souberam ou não responderam.

Isso significa que o eleitorado está mais definido do que estava em junho. E parte dessa definição ocorreu em favor de Álvaro e Cadu.

ÁLVARO CRESCE AINDA MAIS NA PESQUISA ESPONTÂNEA

O avanço do candidato Álvaro Dias fica ainda mais evidente quando se observa a pesquisa espontânea, aquela em que o entrevistado responde sem receber uma lista de nomes.

Em junho, Álvaro Dias tinha 8,5%. Agora aparece com 16,3%. São 7,8 pontos percentuais de crescimento.

Allyson Bezerra também avançou na espontânea, passando de 23,1% para 26,2%. Cadu saiu de 8,1% para 11,7%.

Ao mesmo tempo, o percentual de eleitores que não souberam ou não responderam caiu de 47,7% para 38,9%.

O dado sugere que os nomes começam a ganhar maior presença na memória do eleitor, especialmente Álvaro Dias.

CADU DE LULA É QUEM MAIS CRESCE, MAS TAMBÉM É QUEM TEM MAIOR REJEIÇÃO

O crescimento de Cadu de Lula é o principal movimento positivo da pesquisa. Mas existe um contraponto importante de ser observado: ele aparece com a maior rejeição entre os candidatos: 26,7%, com Álvaro Dias logo atrás, com 24,3%.

Allyson Bezerra apresenta a menor rejeição entre os cinco nomes pesquisados, com 10,5%. Dário Barbosa e Robério Paulino aparecem com 12,7% cada.

A diferença é significativa. A rejeição de Cadu de Lula é 16,2 pontos maior que a de Allyson Bezerra. No caso de Álvaro Dias, a diferença é de 13,8 pontos.

Isso ajuda a explicar por que o crescimento nas intenções de voto ainda não se traduziu em uma aproximação mais forte com o líder.

PRIMEIRO TURNO: ALLYSSON AINDA NÃO APARECE ACIMA DOS 50% DOS VOTOS VÁLIDOS

Um dos pontos que mais chama atenção na comparação entre as duas pesquisas do Instituto AgoraSei é a possibilidade de vitória no primeiro turno.

Em junho, Allyson tinha 39,8% na pesquisa estimulada. Naquele cenário, descontados os votos brancos, nulos, nenhum e os indecisos, o percentual correspondia a aproximadamente 52,6% dos votos válidos.

Na pesquisa de agosto, porém, Allyson Bezerra aparece com 39,9%, enquanto Álvaro Dias tem 25,3% e Cadu Lula, 18,1%.

Considerando apenas os votos já direcionados a algum dos cinco candidatos, Allyson Bezerra representa aproximadamente 46,9%.

Portanto, a pesquisa de agosto não aponta, neste momento, para uma vitória de Allyson Bezerra no primeiro turno.

Isso não significa que o primeiro turno esteja descartado. Ainda existem 7,9% de eleitores que não souberam ou não responderam na pesquisa estimulada. Mas, para ultrapassar a marca de 50% dos votos válidos, Allyson Bezerra precisaria conquistar uma parcela muito expressiva desse eleitorado ainda indefinido.

NO SEGUNDO TURNO, VANTAGEM DE ALLYSON BEZERRA CONTINUA CONFORTÁVEL

Se a disputa caminhar para o segundo turno, a pesquisa continua mostrando Allyson Bezerra em situação bastante favorável.

No confronto com Álvaro Dias, Allyson Bezerra aparece com 48,1%, contra 28,1% do ex-prefeito de Natal. A vantagem é de 20 pontos percentuais.

Em junho, a mesma simulação apresentava 48,1% para Allyson Bezerra e 25,4% para Álvaro Dias.

Ou seja, Allyson manteve exatamente o mesmo percentual, enquanto Álvaro Dias avançou 2,7 pontos.

No confronto com Cadu de Lula, a vantagem também continua expressiva. Allyson Bezerra registra 53%, contra 23,1% de Cadu de Lula, uma diferença de 29,9 pontos.

Em junho, Allyson Bezerra tinha 54% contra 14,9% de Cadu de Lula.

Aqui, portanto, o movimento é mais evidente: Cadu de Lula ganhou 8,2 pontos no segundo turno, enquanto Allyson Bezerra perdeu apenas 1 ponto.

ÁLVARO DIAS LEVA VANTAGEM SOBRE CADU DE LULA EM EVENTUAL SEGUNDO TURNO

A pesquisa de agosto, divulgada nesta quarta-feira, 12, também testou um cenário entre Álvaro Dias e Cadu de Lula.

Álvaro Dias aparece com 39,6%, contra 28,5% de Cadu de Lula, diferença de 11,1 pontos percentuais.

O resultado mantém uma tendência já observada na pesquisa de junho, quando, sem Allyson Bezerra na disputa, Álvaro Dias também aparecia à frente de Cadu de Lula.

O QUE MUDOU DE JUNHO PARA AGOSTO?

A comparação das duas pesquisas permite identificar quatro movimentos principais: Allyson Bezerra: estabilidade na estimulada e crescimento na espontânea.

Álvaro Dias: crescimento consistente, especialmente na espontânea.

Cadu de Lula: maior crescimento entre os principais candidatos, mas também maior rejeição.

Eleitorado: redução expressiva do número de indecisos e daqueles que declaravam branco, nulo ou nenhum candidato.

A eleição, portanto, ainda está longe de definida.

Allyson Bezerra continua sendo o nome a ser batido, com liderança na estimulada, vantagem nos dois cenários de segundo turno testados contra ele e a menor rejeição entre os candidatos pesquisados.

Mas a pesquisa de agosto mostra que a disputa ficou mais competitiva.O principal movimento é o crescimento de Cadu de Lula, seguido pelo avanço de Álvaro Dias. O desafio dos dois, entretanto, é transformar crescimento em consolidação e, principalmente, reduzir a rejeição.

Para Allyson Bezerra, o cenário é diferente. O desafio não é mais apenas liderar. É transformar uma liderança próxima de 40% em uma maioria capaz de decidir a eleição ainda no primeiro turno.

A fotografia de agosto, portanto, não mostra uma eleição perdida para Allyson Bezerra, nem uma eleição ganha. Mostra um líder estável, dois adversários em crescimento e um eleitorado que começa, aos poucos, a sair da indefinição.

A pesquisa Agorasei ouviu 1.500 eleitores entre os dias 2 e 5 de agosto, distribuídos por 68 municípios das 19 microrregiões do Rio Grande do Norte. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro máxima estimada em 2,5 pontos percentuais. Está registrado na Justiça Eleitoral sob os números RN-06855/2026 e BR-08951/2026.



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Política

Pesquisa Agorasei: Styvenson lidera cenário espontâneo para o Senado

Por em 12 de agosto de 2026 às 09:18:17

A pesquisa estadual do Instituto Agorasei mostra o senador Styvenson Valentim na liderança da disputa espontânea para o Senado no Rio Grande do Norte. Nesse levantamento, os entrevistados respondem em quem votariam sem que seja apresentada uma lista com os nomes dos candidatos.

Styvenson aparece na primeira colocação, com 19,8% das citações. Em segundo lugar está a senadora Zenaide Maia, com 8,6%, seguida por Samanda de Lula, com 6,5%. Rafael Motta registra 5,9%, enquanto Coronel Hélio aparece com 4,5%.

Na sequência, Sandro Pimentel tem 1,1%, Rosália Fernandes 0,8%, Tércio Tinôco 0,4%, Luciana Lima 0,1% e Sônia Godeiro 0,1%.

Os eleitores que responderam Nenhum/Branco/Nulo representam 8,2%. Já 59,1% não souberam responder, percentual que indica um cenário ainda bastante aberto na disputa espontânea pelas duas vagas do Rio Grande do Norte no Senado.

Como em 2026 cada eleitor poderá votar em até dois candidatos ao Senado, a pergunta admite múltiplas respostas. Por esse motivo, a soma dos percentuais pode ultrapassar 100%.

Sobre a pesquisa

A pesquisa Agorasei foi realizada entre os dias 2 e 5 de agosto de 2026 e ouviu 1.500 eleitores com 16 anos ou mais, distribuídos por 68 municípios das 19 microrregiões do Rio Grande do Norte. O levantamento tem nível de confiança estimado de 95% e margem de erro máxima estimada de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando os resultados da amostra total. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob as identificações RN-06855/2026 e BR-08951/2026.



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Política

Pesquisa Agorasei: na estimulada, Allyson amplia vantagem sobre os adversários

Por em 12 de agosto de 2026 às 08:22:34

A pesquisa estadual realizada pelo Instituto Agorasei mostra que o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), amplia a vantagem sobre os demais nomes na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte no cenário estimulado.

Na pesquisa estimulada (quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados) Allyson lidera com 39,9% das intenções de voto.

Na segunda colocação aparece o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL), com 25,3%, seguido pelo ex-secretário de Estado Cadu de Lula (PT), que registra 18,1%. O professor Robério Paulino aparece com 1,0%, enquanto Dário Barbosa alcança 0,7%.

Os eleitores que afirmaram votar em nenhum dos candidatos, em branco ou nulo representam 7,1% da amostra. Outros 7,9% não souberam ou não responderam em quem votariam.

Sobre a pesquisa

A pesquisa Agorasei foi realizada entre os dias 2 e 5 de agosto de 2026 e ouviu 1.500 eleitores com 16 anos ou mais, distribuídos por 68 municípios das 19 microrregiões do Rio Grande do Norte. O levantamento tem nível de confiança estimado de 95% e margem de erro máxima estimada de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando os resultados da amostra total. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob as identificações RN-06855/2026 e BR-08951/2026.



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Pesquisa Agorasei: Allyson mantém liderança na disputa pelo Governo do RN

Por em 12 de agosto de 2026 às 07:43:31

Pesquisa realizada pelo Instituto Agorasei aponta que o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), segue na liderança da disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. No cenário espontâneo, ele aparece à frente dos demais nomes citados pelos entrevistados.

Na pesquisa espontânea (quando o entrevistador não apresenta uma lista de candidatos) Allyson Bezerra registra 26,2% das intenções de voto.

Em segundo lugar aparece o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL), com 16,3%, seguido pelo ex-secretário de Estado Cadu de Lula (PT), que alcança 11,7%. O professor Robério Paulino foi citado por 0,3% dos entrevistados, enquanto Dário Barbosa aparece com 0,1%.

Os eleitores que responderam nenhum, branco ou nulo representam 6,4% da amostra. Já 38,9% não souberam ou não responderam em quem votariam para governador.

Sobre a pesquisa

A pesquisa Agorasei foi realizada entre os dias 2 e 5 de agosto de 2026 e ouviu 1.500 eleitores com 16 anos ou mais, distribuídos por 68 municípios das 19 microrregiões do Rio Grande do Norte. O levantamento tem nível de confiança estimado de 95% e margem de erro máxima estimada de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando os resultados da amostra total.

A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob as identificações RN-06855/2026 e BR-08951/2026.


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