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Gerais

CANTOR JOÃO GOMES É HOSPITALIZADO E CANCELA SHOWS

Por em 24 de julho de 2026 às 10:29:09
João Gomes cancela shows após diagnóstico de influenza

Após curtir um encontro romântico com sua esposa Ary Mirelle, 24, o cantor João Gomes, 23, confirmou na manhã desta sexta-feira (24) que está hospitalizado com um quadro de influenza. 

Na tarde de ontem, o artista deveria ter viajado a Salgueiro, em Pernambuco, região na qual ele performaria na noite de hoje. Logo em seguida, ele deveria seguir para Riachão do Jacuípe, onde daria sequência à agenda de shows no sábado (25).

"Após avaliação médica e confirmação do diagnóstico de influenza, foi orientado que o artista permaneça em repouso, mantenha adequada hidratação, cumpra integralmente o tratamento prescrito e suspenda temporariamente apresentações, ensaios e demais compromissos presenciais", afirma o comunicado.

"A retomada das atividades ocorrerá somente após melhora clínica significativa, pelo menos 48 horas após a remissão da febre e mediante nova avaliação médica", finaliza a publicação, que ainda agradece a compreensão dos fãs, contratantes e parceiros.

Posteriormente, o cantor ainda adicionou em seu perfil uma foto do atestado médico concedido pela equipe do hospital para confirmar a veracidade do quadro clínico. Ao que tudo indica, as próximas apresentações de Gomes, agendadas para o começo de agosto, devem se manter, e não há mais informações sobre uma possível reposição dos shows cancelados.



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Gerais

MORTES VIOLENTA CAEM 8,2% NO BRASIL EM 2025; SETE ESTADOS REGISTRAM ALTA

Por em 24 de julho de 2026 às 07:23:58

O Brasil registrou 40.775 mortes violentas em 2025. O número representa uma queda de 8,4% em comparação com o ano anterior e marca o menor índice de toda a série histórica do levantamento, consolidando uma tendência de redução que vem se mantendo firme desde 2018.

Essa contagem engloba crimes como homicídios dolosos, latrocínios e feminicídios. Quando a gente abre esses dados pra olhar os detalhes, o cenário mostra duas realidades bem diferentes.

A meta batida e o lado sombrio dos dados

Por um lado, o país conseguiu alcançar a meta de redução de homicídios dolosos que tinha sido traçada lá em 2021. É um avanço gigante para a segurança pública.

Por outro lado, o levantamento acende um sinal vermelho sério: o Brasil bateu recorde nos casos de feminicídio. Foram 1.571 mulheres mortas pelo fato de serem mulheres em 2025, o que significa um aumento de 4% em relação a 2024.

Desigualdade racial e regional no mapa da violência

A pesquisa também escancara como a violência atinge os brasileiros de formas muito desiguais:

80% das vítimas de mortes violentas no país são pessoas negras.

Sete estados caminharam na contramão do resultado nacional e registraram alta no número de mortes.

Olhando o cenário global

Pra ter uma ideia do tamanho desse desafio em nível mundial, a taxa global de homicídios intencionais gira em torno de 6 mortes para cada 100 mil habitantes.

Aqui no Brasil, mesmo com toda a queda recente, a gente ainda ostenta uma média de 19 mortes por 100 mil habitantes, mantendo o país no topo do ranking com o maior número absoluto de assassinatos do planeta.



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Política

LULA ESTUDA FALTAR AOS DEBATES DO 1º TURNO E EXPÕE DILEMA NA PRÉ-CAMPANHA

Por em 23 de julho de 2026 às 13:32:39
Lula avalia faltar a debates na TV durante a campanha - 20/07/2026 -  Política - Folha

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia não participar de nenhum debate televisivo no primeiro turno das Eleições 2026. A estratégia divide aliados entre os que temem desgaste de imagem por ausência e os que preferem evitar a exposição do petista, que seria o único nome de esquerda no palco diante de adversários de direita como Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos.

A tática de reeleitos de evitar confrontos na primeira etapa não é inédita e já foi adotada pelo próprio Lula em 2006 e por Fernando Henrique Cardoso em 1998. A cautela se apoia nos dados mais recentes do Datafolha, que mostram o presidente na liderança do primeiro turno com 40% das intenções de voto, contra 28% de Flávio Bolsonaro — em um eventual segundo turno, o placar aponta 45% a 37%.

O impasse imediato está no debate da TV Bandeirantes, marcado para 16 de agosto, mesma data prevista para o lançamento da campanha do presidente. Aliados debatem se adiam o ato para garantir a presença de Lula na TV ou se mantêm o evento oficial para justificar o não comparecimento ao confronto.



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Direito

LEI ASSEGURA NATUREZA ALIMENTAR AOS HONORÁRIOS CONTRATUAIS

Por em 22 de julho de 2026 às 11:40:01
Sede do Conselho Federal da OAB

A advocacia brasileira passa a contar com o reconhecimento expresso, no Estatuto da Advocacia e da OAB, da natureza alimentar dos honorários contratuais. A previsão consta na Lei 15.472/2026, publicada nesta terça-feira (22/7) pela Presidência da República, que reconhece expressamente a natureza alimentar dos honorários advocatícios, sejam eles convencionados, fixados ou arbitrados judicialmente ou de sucumbência.

“A publicação desta lei representa o reconhecimento de uma reivindicação histórica da advocacia brasileira. Ao incluir expressamente os honorários contratuais no Estatuto da Advocacia, o Legislativo e o Executivo conferem maior segurança jurídica à remuneração profissional e fortalecem uma garantia essencial para o exercício independente da advocacia”, disse o presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti.

A nova legislação tem origem no Projeto de Lei 850/2023, apresentado pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ), cuja tramitação contou com a atuação da OAB Nacional em defesa da proposta junto ao Congresso.

Embora o Código de Processo Civil já previsse, desde 2015, a natureza alimentar dos honorários advocatícios, parte da jurisprudência passou a reconhecer essa proteção apenas para os honorários de sucumbência.

Na prática, os honorários contratuais, ajustados entre advogado e cliente, nem sempre recebiam o mesmo tratamento. A alteração promovida pela nova lei incorpora esse entendimento ao Estatuto da Advocacia e da OAB e explicita que a natureza alimentar alcança todas as modalidades de honorários previstas na legislação.

Outras alterações

Além de acrescentar o § 9º ao artigo 22 do Estatuto da Advocacia, a Lei 15.472/2026 altera o artigo 24 para reforçar que a decisão judicial que fixa ou arbitra honorários e o contrato escrito que os estipula constituem títulos executivos e créditos privilegiados em processos de falência, recuperação judicial e extrajudicial, concurso de credores, insolvência civil e liquidação extrajudicial.



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Serra do Mel

ENTRE O DESCASO E O PALIATIVO: A ETERNA BURAQUEIRA NO ACESSO A SERRA DO MEL

Por em 14 de julho de 2026 às 15:22:56

Há quem jure de pé junto que o trecho que liga a BR-110 ao município de Serra do Mel é a RN-011. Outros afirmam que esse acesso nunca foi oficialmente reconhecido como uma rodovia estadual. Mas quer saber a verdade? Oficializado ou não, o que o motorista encontra ali não é uma estrada, é um teste de sobrevivência. 

A buraqueira ao longo do percurso já é patrimônio do descaso, com crateras tão grandes e organizadas que parece que o condutor precisa escolher em qual delas vai preferir cair.

Nesta terça-feira, 14 de julho, quem passou pelo local avistou funcionários da construtora CLC "arregaçando" os buracos para aplicar o manjado e velho "tapa-buraco". 

E convenhamos: uma maquiagem barata. Todo mundo sabe que essa gambiarra é apenas um paliativo que mal vai aguentar até o final do ano — isso se durar alguns meses —, antes que as mesmas crateras voltem a engolir os pneus e a paciência de quem trafega por ali.

Diante dessa novela que se repete ano após ano, qual é o papel da classe política? O próximo passo urgente não pode ser apenas aplaudir remendo de asfalto. É preciso união para brigar pelo óbvio: o reconhecimento definitivo desse acesso como uma RN e a cobrança firme por uma reconstrução de verdade, com uma nova camada asfáltica de qualidade e a implantação de acostamento, que hoje simplesmente não existe.

Serra do Mel não é uma cidade qualquer; é uma potência produtiva. É por esse acesso precário que se escoa a riqueza da terra e das cidades vizinhas. Tratar essa estrada com desleixo e paliativos é travar o desenvolvimento da economia e colocar a vida do povo em risco diário. 

Passou da hora de uma solução definitiva, porque o povo de Serra do Mel cansa de promessa e de asfalto sonrisal.



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Política

Bibiano defende instalação de Restaurante Popular e quadras poliesportivas para o BH

Por em 7 de julho de 2026 às 07:48:41

Na noite desta segunda-feira, 6, o pré-candidato a deputado estadual Bibiano (MDB) esteve no bairro Belo Horizonte em uma reunião produtiva com amigos do ex-vereador Isaac da Casca.

O encontro foi a oportunidade perfeita para Bibiano apresentar sua trajetória de quem já governou e mostrar que está pronto para representar Mossoró e todo Rio Grande do Norte na Assembleia Legislativa.

Bibiano conhece a força do bairro Belo Horizonte e não foi até lá para prometer o impossível, mas para discutir soluções práticas para um bairro que abriga quase 30 mil habitantes. 

Com a experiência de quem já tirou projetos do papel, ele defendeu duas bandeiras urgentes para a região, como a instalação de um Restaurante Popular, para garantir dignidade e economia aos trabalhadores, e a construção de quadras poliesportivas nas escolas estaduais da área.

“Sempre fiz política ouvindo o povo. Aqui no Belo Horizonte, as reivindicações são claras e o trabalhador precisa de alimentação acessível e nossas crianças, jovens e adultos precisam de espaço para o esporte”, destacou Bibiano.

A recepção calorosa e o diálogo franco reforçaram o que muita gente já sente, de que Bibiano é o nome que une o preparo técnico de quem já foi prefeito com a sensibilidade de quem entende o que o dia a dia do mossoroense e dos norte-rio-grandenses precisa. É um nome de confiança para quem quer ver a região, de fato, com mais força e trabalho sério na Assembleia.



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Gerais

Estatais brasileiras registram pior desempenho fiscal da história com rombo de R$ 7,4 bilhões

Por em 6 de julho de 2026 às 11:25:44
Correios precisam de um plano estratégico sério e não de demissões”, afirma  Federação

O bolso do cidadão vai sentir o peso do atual momento econômico do país. As empresas públicas brasileiras estão enfrentando o pior desempenho fiscal de toda a história, com as estatais monitoradas pelo Banco Central fechando os primeiros cinco meses de 2026 mergulhadas no vermelho.

O déficit acumulado no período já atinge a marca de R$ 7,4 bilhões, um valor que impressiona por superar, em pouco tempo, todo o prejuízo registrado ao longo do ano de 2025 inteiro, que fechou em R$ 5,9 bilhões, além de representar o dobro do buraco verificado no mesmo intervalo do ano passado.

Grande parte desse rombo histórico está diretamente ligada à situação financeira dos Correios. Para tentar cobrir o seu saldo devedor, a estatal precisou recorrer a um empréstimo bancário expressivo de R$ 10 bilhões, montante que sozinho responde por 78% de todas as operações de crédito que demandaram garantia da União.

Esse cenário das empresas públicas reflete um problema ainda mais profundo na economia nacional, que é o peso esmagador das taxas de juros. Somente no mês de maio, o setor público gastou R$ 107,5 bilhões apenas com o pagamento de juros, fazendo com que a conta acumulada nos últimos doze meses atinja a cifra de R$ 1,11 trilhão, o equivalente a 8,48% de tudo o que o país produz.

Ao analisar os dados por esfera de governo, fica claro que o governo federal é o principal responsável pelo resultado negativo, concentrando um déficit de R$ 5,9 bilhões por meio de suas estatais.

As empresas públicas estaduais também fecharam no vermelho, acumulando R$ 1,5 bilhão negativo no período, enquanto as estatais municipais aparecem como a única exceção positiva do levantamento, registrando um superávit de R$ 95 milhões.

É importante destacar que o cálculo oficial do Banco Central deixa de fora gigantes como a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o BNDES, uma vez que essas companhias financeiras e de capital aberto concorrem diretamente no mercado e seguem regras muito parecidas com as do setor privado.



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Política

Uma voz de coragem e renovação para as mães do RN

Por em 4 de julho de 2026 às 10:00:59

Quem abre as páginas do Jornal de Fato de hoje (4 de julho), dá de cara com um rosto novo que chega trazendo uma energia muito boa e necessária para a política.

Suyane Varela, que é pré-candidata a deputada federal pelo partido Novo, deu uma entrevista daquelas de encher de esperança, mostrando que conhece de verdade a realidade das ruas e os desafios que as mulheres enfrentam todos os dias.

Com formação em contabilidade e uma bagagem forte em gestão pública, Suyane não é nenhuma novata nos bastidores, pois já trabalha há mais de dez anos ajudando na parte técnica de grandes gestões. 

Só que agora ela resolveu colocar o nome dela na frente da batalha por um motivo muito nobre, que é dar voz e vez para as mães solo, aquelas mulheres guerreiras que sustentam suas casas sozinhas e que quase nunca são lembradas pelos políticos tradicionais.

Durante a conversa com o jornalista César Santos na coluna Cafezinho, ela lembrou que o nosso estado é o terceiro do país com mais lares chefiados por mães solo, e que falta tudo para essas famílias, desde creches em tempo integral até oportunidades de emprego com horários mais flexíveis. 

Além dessa bandeira tão forte, Suyane assume o compromisso de lutar para que Mossoró volte a ter aquela representatividade forte e legítima que a gente tanto precisa lá em Brasília, cobrando melhorias urgentes na segurança pública e na educação de toda a região Oeste.

Com muita humildade e os pés no chão, ela destacou que o projeto dela vem crescendo bastante e ganhando musculatura com parcerias importantes, mostrando que o partido Novo tem nomes capacitados e preparados para surpreender de verdade nessas eleições. 

Leia a reportagem clicando AQUI



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Política

ESTRATÉGIA DE OPOSIÇÃO GERA EFEITO INVERSO E IMPULSIONA NOME DE CADU NA ARENA DIGITAL

Por em 2 de julho de 2026 às 17:44:28
Quem representa os valores de Lula sou eu”, diz Cadu Xavier – Blog do  Barreto

A pressa de setores da oposição no Rio Grande do Norte, em explorar politicamente a recente brincadeira do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que declarou em tom bem-humorado não conhecer "Cadu" para driblar restrições da legislação eleitoral, acabou resultando em um erro de cálculo estratégico.

Ao tentar desgastar a imagem de Cadu, do pré-candidato ao Governo do Estado, focando no episódio, a oposição falhou em observar as regras básicas de engajamento e atenção da era digital, transformando o ataque em um forte impulsionador para o próprio adversário.

Do ponto de vista estritamente estratégico e de marketing político, a investida gerou a validação imediata do nome. Internautas e eleitores que antes não tinham conhecimento sobre a figura de Cadu passaram a buscar ativamente informações sobre o personagem.

O episódio acabou por ativar a clássica narrativa de "Davi contra Golias". No cenário eleitoral, esse tipo de ofensiva desproporcional costuma produzir um efeito inverso no eleitorado, convertendo a agressão em simpatia espontânea ou despertando a curiosidade pública em torno do "desconhecido".

No marketing político, a máxima de que o oposto do afeto não é a rejeição, mas sim a indiferença, confirmou-se na prática. Ao centralizar as atenções na fala do presidente, a oposição retirou Cadu do "anonimato" e ofereceu a ele um palanque de grande alcance de forma gratuita, configurando a manobra como um verdadeiro tiro que saiu pela culatra.



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Política

Costa Branca acelera articulação por deputado da própria região

Por em 1 de julho de 2026 às 08:33:45

Faltando apenas 95 dias para a abertura das urnas, o tabuleiro político do Rio Grande do Norte entra em sua fase mais crítica e decisiva.

Na região da Costa Branca, o sentimento de urgência tomou conta dos bastidores, tendo eme vista que a região, é um dos motores econômicos do estado no sal, turismo e agronegócio, e não quer mais amargar a falta de uma voz legítima e forte na Assembleia Legislativa.

Nesse cenário de contagem regressiva, a pré-candidatura de Bibiano, ex-prefeito de Serra do Mel, ganha contornos de "voto útil" regional. Movimentos de base e lideranças locais apontam que a dispersão de votos entre candidatos de fora, que só visitam as cidades nesta época,  prejudica o desenvolvimento dos municípios. 

Com o calendário apertando, o discurso de que a Costa Branca precisa votar em quem é da terra passa a ditar o ritmo das conversas nas calçadas e feiras livres, posicionando Bibiano como o polo de unificação regional.



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Serra do Mel

PROFESSOR DA REDE MUNICIPAL É SELECIONADO PARA INTERCÂMBIO INTERNACIONAL NA IRLANDA

Por em 22 de junho de 2026 às 13:23:59

A Secretaria Municipal de Educação de Serra do Mel celebra com grande entusiasmo a seleção do professor Dikson de Almeida Freire para a Missão de Trabalho PROEB Internacional, que acontecerá na Irlanda entre setembro e novembro de 2026.

Atuando com excelência há uma década e meia na rede pública municipal, Dikson desenvolve um trabalho fundamental na escola da  Vila Paraná, unindo o ensino de História a temas cruciais como as mudanças climáticas. 

Sua indicação para esse intercâmbio de dez semanas reforça o compromisso da gestão em valorizar o corpo docente e mostra que o conhecimento produzido na nossa zona rural tem relevância internacional.

"Para a nossa gestão, ver um educador da nossa terra alcançar esse espaço na Europa é uma validação de que estamos no caminho certo, apoiando quem transforma a realidade dos nossos alunos. O professor Dikson é um orgulho para Serra do Mel e um exemplo claro da força da escola pública", destacou Milane Azevedo, Secretária de Educação.



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Gerais

PREFEITURAS RECEBEM REFORÇO BILIONÁRIO COM FPM E 1% EXTRA; REPASSES DE 2026 JÁ SUPERAM TODO O ANO DE 2025

Por em 21 de junho de 2026 às 13:11:38
Portal CNM - Com queda de 15,30%, prefeituras recebem segundo repasse do FPM  na próxima sexta-feira - Confederação Nacional de Municípios

As prefeituras brasileiras recebem um reforço significativo no caixa com o pagamento da segunda parcela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), somado ao repasse extra de 1%, que totaliza R$ 9,9 bilhões.

Os recursos são 7,52% superiores aos registrados no mesmo período do ano passado e, segundo os dados divulgados, o volume transferido em 2026 já ultrapassa o total repassado durante todo o ano de 2025, apesar de o exercício ainda não ter sido concluído.

O novo repasse representa um importante incremento financeiro para os municípios, ampliando a capacidade de investimento e manutenção dos serviços públicos. O valor adicional de 1% do FPM, aliado à segunda parcela do fundo, fortalece os cofres das prefeituras em todo o país.

Os números mostram um crescimento de 7,52% em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, o montante acumulado de recursos transferidos em 2026 já supera o total registrado ao longo de 2025, evidenciando um aumento na arrecadação e nos repasses constitucionais.

Mesmo diante do cenário de crescimento nas transferências, ainda há prefeitos que seguem reclamando da situação financeira dos municípios e das dificuldades para manter o equilíbrio das contas públicas.



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Gerais

SALÁRIO MÍNIMO ATÉ 2023 SERÁ DE R$ 2.020? MESMO IRRISÓRIO PARECE COISA DE PERÍODO ELEITORAL

Por em 21 de junho de 2026 às 12:11:41
Salário mínimo de R$ 2.020? Veja valor em 2027 e próximos anos

A possibilidade de o salário mínimo brasileiro alcançar a marca de R$ 2.020 nos próximos anos tem despertado a atenção de trabalhadores, aposentados e beneficiários de programas sociais em todo o país.

A estimativa foi apresentada pelo governo federal no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), documento que reúne as previsões econômicas e fiscais para os anos seguintes e inclui projeções para a evolução do piso nacional.

Atualmente, o salário mínimo está fixado em R$ 1.621. O valor é utilizado como referência para diversas remunerações e benefícios, impactando diretamente milhões de brasileiros. Entre os pagamentos vinculados ao piso nacional estão aposentadorias e pensões do INSS, seguro-desemprego e abono salarial. Por esse motivo, qualquer reajuste gera reflexos tanto na renda da população quanto nas contas públicas.

Embora a projeção de um salário mínimo de R$ 2.020 exista, ela está prevista apenas para 2030 e ainda depende do comportamento da economia nos próximos anos. O cálculo considera reajustes anuais próximos de 5%, levando em conta fatores como a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

No entanto, o valor projetado não é definitivo. Isso porque as regras do novo arcabouço fiscal limitam o ganho real do salário mínimo — ou seja, o aumento acima da inflação — a uma faixa entre 0,6% e 2,5%. Com essa restrição, integrantes da equipe econômica estimam que o piso nacional possa atingir cerca de R$ 1.926 em 2030, ficando abaixo da previsão inicial de R$ 2.020.

Segundo as projeções apresentadas no PLDO, a trajetória do salário mínimo deve ocorrer de forma gradual. Para 2027, a estimativa é de R$ 1.717. Em 2028, o valor previsto sobe para R$ 1.812. Já em 2029, a projeção é de R$ 1.913. Por fim, em 2030, o piso poderia alcançar R$ 2.020.

Apesar das previsões, é importante lembrar que os valores são apenas estimativas. O salário mínimo oficial de cada ano só é definido posteriormente, após a consolidação dos índices de inflação e demais indicadores econômicos que servirão de base para o reajuste.



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Política

Queda de 12,5 pontos de Allyson na espontânea expõe dependência de lembrança induzida, revela Seta

Por em 21 de junho de 2026 às 10:25:44
Análise de dados quantitativos

Allyson Bezerra (UB) lidera a corrida ao Governo do Rio Grande do Norte com folga: 40% das intenções de voto quando seu nome aparece na cédula da pesquisa. Mas esse número conta só metade da história.

A outra metade, revelada pela modalidade espontânea da pesquisa Seta, expõe uma contradição reveladora, quando o eleitor precisa lembrar o nome por conta própria, sem qualquer indução, Allyson cai para 27,5%. Uma perda de 12,5 pontos percentuais que coloca uma lupa sobre a qualidade da sua liderança.

O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre 15 e 17 de julho, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e confiança de 95%. Registros no TSE: RN-01712/2026 e BR-00738/2026.

O placar da estimulada

Quando os nomes são apresentados ao eleitor, o cenário é este:

Allyson Bezerra (UB)40,0%+2,0 p.p. desde maio
Álvaro Dias (PL)24,2%+1,4 p.p.
Cadu Xavier (PT)12,9%+2,0 p.p.
Dário Barbosa (PSOL)0,8%—
Robério Paulino (PSOL)0,7%—
Karlo Rodrigo (Avante)0,7%—
Branco / nulo8,5%—
Indeciso12,2%—

Os três principais nomes cresceram ao mesmo tempo. Isso é relevante: não houve migração de votos entre eles. O que está acontecendo é que mais gente está tomando conhecimento da disputa — o bolo de intenções está crescendo, não sendo redistribuído.

O teste de fogo: a espontânea

Aqui é onde o cenário fica mais revelador. Na modalidade em que o eleitor precisa lembrar o nome sem ajuda, a queda é expressiva:

  1. Allyson: de 40,0% para 27,5% (−12,5 p.p.)
  2. Álvaro: de 24,2% para 12,4% (−11,8 p.p.)
  3. Cadu: de 12,9% para 7,9% (−5,0 p.p.)

E o dado mais gritante: 44,2% dos eleitores simplesmente não lembram de nenhum nome quando não são provocados.

Tradução: quase metade do eleitorado no RN ainda não tem um candidato fixado na cabeça. A marca dos três líderes ainda depende muito de lembrança induzida, não de enraizamento espontâneo.

Comparando o gap entre os três principais

CandidatoEstimuladaEspontâneaQuedaInterpretação
Allyson Bezerra40,0%27,5%−12,5 p.p.Liderança ampla, mas dependente de indução
Álvaro Dias24,2%12,4%−11,8 p.p.Patamar semelhante de fragilidade relativa
Cadu Xavier12,9%7,9%−5,0 p.p.Marca mais "colada", mas base ainda pequena

O dado curioso: Allyson e Álvaro têm gaps praticamente idênticos. Isso sugere que nenhum dos dois conseguiu, até agora, transformar presença política em memória eleitoral espontânea. Cadu, por outro lado, perde menos, o que indica que quem já o conhece, lembra dele naturalmente. O problema de Cadu é outro: pouca gente o conhece.

Por que o gap importa e por que ele pode ser fechado

O gap entre estimulada e espontânea é, na prática, uma medida de trabalho a ser feito. Ele representa o espaço entre:

O eleitor que reconhece o nome quando vê (estimulada)

E o eleitor que lembra do nome quando não está vendo (espontânea)

A campanha eleitoral — especialmente o horário gratuito em rádio e TV, o corpo a corpo e a cobertura da imprensa — existe justamente para fechar essa distância.

No caso de Allyson, a estratégia "167 razões" é a tentativa deliberada de acelerar esse processo. Se conseguir que o eleitor de Natal, Caicó ou São Gonçalo do Amarante lembre do nome sem ajuda, os 27,5% da espontânea tendem a subir, e a liderança se torna mais robusta.

Rejeição: o freio invisível

Álvaro Dias14,9% de rejeição
Cadu Xavier10,0%
Allyson Bezerra7,2%

Álvaro lidera a segunda colocação, mas também lidera a rejeição. Isso funciona como um teto. Ou seja, mesmo que cresça nas intenções, pode encontrar um limite natural na resistência do eleitorado. Allyson, por outro lado, tem rejeição relativamente baixa, o que é vantajoso para consolidar votos, seja no primeiro ou no segundo turno.

A conta que define tudo: os 50%

Para vencer em primeiro turno no RN, um candidato precisa de mais de 50% dos votos válidos (ou seja, excluindo brancos e nulos). Recalculando os números estimulados nesse universo:

  • Allyson: 43,7%
  • Álvaro: 26,4%
  • Cadu: 14,1%

Mesmo no cenário mais otimista para o líder, faltam 6,3 pontos percentuais para fechar a conta. E os indecisos somam apenas 12,2%. Ou seja, mesmo que Allyson capturasse todos eles (hipótese improvável), ainda seria uma margem apertada.

Onde a eleição será decidida

Some os indecisos (12,2%) com brancos e nulos (8,5%): são 20,7% do eleitorado que ainda não tem lado definido na estimulada. Na espontânea, esse número salta para 51,2%.

Esse é o campo de batalha real da pré-campanha. Os próximos meses serão uma corrida para:

  1. Fixar a marca na cabeça dos eleitores que ainda não lembram de nenhum nome
  2. Reduzir a rejeição — especialmente para Álvaro, que tem o maior obstáculo nesse indicador
  3. Converter indecisos sem perder a base já conquistada

O cenário mais provável

A leitura técnica dos números, até esse momento, aponta para um caminho relativamente claro. A saber:

Allyson Bezerra chega ao segundo turno como favorito, mas sem força para liquidar a disputa no primeiro. Álvaro Dias tem fôlego para passar à fase final, mas carrega rejeição alta que pode limitar seu crescimento. Cadu Xavier, com o menor gap entre estimulada e espontânea, é quem tem a marca mais "colada" — mas precisa crescer muito para entrar na briga pelo segundo lugar.



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Política

Cabo Deyvison: o fenômeno que o PL está ignorando

Por em 19 de junho de 2026 às 08:39:16

Na grande maioria das vezes, a engrenagem da classe política funciona olhando apenas para o próprio umbigo. O foco quase sempre está restrito ao projeto pessoal de poder e em como garantir a próxima eleição. 

Até aí, nenhuma novidade, pois muitos consideram esse comportamento natural do jogo. No entanto, quando um partido, ou um grupo deles, entra em campo com o objetivo real de vencer uma eleição majoritária, o individualismo deveria dar lugar à inteligência de grupo. E é exatamente essa inteligência estratégica que parece estar em falta no Partido Liberal (PL) do Rio Grande do Norte.

Para entender o cenário atual, basta olhar friamente para o tabuleiro do estado. Hoje, o nome colocado como pré-candidato ao governo pelo grupo é o do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias. Quando analisamos o jogo dos números e observamos as pesquisas de intenção de voto, a realidade se impõe: em raríssimos cenários ele aparece liderando. 

Na maioria das vezes, Álvaro ocupa a segunda colocação, mas com um detalhe crucial: ele patina e não consegue sequer avistar o primeiro colocado na disputa. É um teto difícil de romper.

É aí que a falta de visão de grupo cobra o seu preço. O nome do momento, se o objetivo for competir de igual para igual e chacoalhar o processo eleitoral, não é o de Álvaro Dias. O nome que as ruas estão soprando se chama Cabo Deyvison, e os dados recentes servem justamente para escancarar essa realidade.

Mesmo figurando oficialmente como pré-candidato a deputado federal, Deyvison já aparece nas pesquisas como o quarto nome mais lembrado pelo eleitor potiguar, pontuando com força no meio de figuras tradicionais e parlamentares com mandato que vão buscar a reeleição. 

É um desempenho espontâneo que não pode ser ignorado. Somado a esse recall político, há o peso do recente atentado sofrido pelo militar. Quer queiram, quer não, o episódio trágico acabou gerando uma enorme visibilidade pública e uma onda de solidariedade que se converte em capital político.

O teste de fogo para comprovar essa tese é muito simples e fica o desafio no ar: por que os institutos de pesquisa não colocam o nome de Cabo Deyvison nas simulações para o Governo do Estado nos próximos trabalhos de campo? Será que algum deles terá a coragem de testar o termômetro real das ruas?

Enquanto a provocação fica sem resposta, o PL do Rio Grande do Norte segue arriscando manter uma estratégia engessada, correndo o risco de ver um verdadeiro fenômeno eleitoral ser limitado aos planos proporcionais por pura miopia de liderança.


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